Blog do Prof. FABIO: ESPAÑOL - PORTUGUÉS


30.11.2009


Em Portugues   DEMOCRACIA E CONVENIÊNCIA

Éste es el título de un interesante artículo que leí durante mi visita a Brusque.  Pertenece al señor PETRÔNEO SOUZA GONÇALVES y fue publicado en el diario de esa ciudad A VOZ DE BRUSQUE, con fecha 21 de noviembre de 2009.

Su texto es directo, duro, radical.  Acompáñenme para leerlo de nuevo con ustedes.

" Como podremos construir um novo Brasil tendo como líderes homens de duas caras, de muchas porpostas e de nenhuma certeza, homens que não tem a dimensçao de seus cargos, que nçao saben o que acontece à sus volta, homens que vivem de nenhuma verdade? Aqui, esse modelo de administração pública é admirado e até copiado seja por partidos como o PSDB, seja pelo PT.

Antes de serem eleitos, em campanha cada candidato sabe de tudo, tem repostas para tudo, soluções, sugestões , projetos, estudos e análises.  Apontam dados, números, esclarecem fatos, falam do que viram e do que nunca viram.  É uma oniscência invejável, admirável, tamanha a certeza de suas desenvolturas em cima de palanques, diante dos mais virulentos entrevistadores.

Depois de eleitos, como que passando por um processo rotineiro de amnésia protocolar, esquecem de tudo, de números, projetos, compromisos e até de possíveis companheiros.  Passam a saber de nada, ter visto nada, ter presenciado nada.  Assim sempre tem sido em nosso país, dede o início.

De Paulo Maluf, com seu mais solidificado elenco, ao presidente Lula, que descontinuava a esperança de alguma mudança, o quadro é o memo para desespero e lamento de todos nós, eleitores brasileiros.

Em campanha, fazem tudo, acendem uma vela para Deus, otra para el diabo. Eleitos, regurgitam em todos os pratos em que comeram e fatiaram a esperança de cada um dos brasilerios, pelos vencidos. Ignaros e fariseus, homens de pouca fé, servos de vários senhores.`

Produto de uma mação de enganados e esquecidos, os profetas de falsas promessas se reinventam, se remodelam, se supera, na realidade diária de enganar o povo, fazendo de seus mandatos e de nossas vidas uma eterna comédia dell´art com mediocres atores.  Tão pobres em sonhos, tão ridículos em convivções, que fazem de nossas vidas uma patética escenação  , um monólogo das pios frustrações humanas.

Como mestre de vários disfarces, Antônio Carlos Magalhâes era um Lázaro que debochava da consciência cívida.  Depois de covardemente abandonar o posto, voltou ungido pelo assistencialismo das eternas mazelas do pobre povo baiano, como um fantasma saido da catacumba dos esquecidos.  Essa é a democracia que podemos exerxer, essa é a liberdade de escolha que ainda podemos ter, essa é a nossa real política que impera.

Somos, nesse processo vicioso, corrompido e comprometido, a viúva que entrega, em forma de doação, a sua única moeda, dando sempre ao impostor aquilo que não temos, aquilo que dentro desse cenário, nunca teremos."

En  ese mismo periódico encontré otro artículo interesante, de la pluma del gobernador de Santa Catarina, LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA.  Voy a transcribirlo aquí, porque es muy ilustrativo.

                    HEROIS SILENCIOSOS

"O dia 14 de novembro revelase emblemático para as ciências.  Neste dia, em 1716, morria o filósofo, cientista, matemático e diplomata alemâo Gottfried Wilhelm von Lebniz, autor do célebre aforismo "A natureza não dâ saltos". Exatos sesenta anos depois, em 1776, nascia o fisiologista francês Rene-Joachim Henri Dutrochet, descobridor do processo de osmose.  Decorridos outros 55 anos, en 1831, morria o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, que afirmou que "As ideias que revolucionam o mundo avançam a passo miúdo"

Passados mais 69 anos, no dia 14 de novembro de 1900, o médico, imunologista, patologista e biólogo austriaco, Karl Landsteiner dessenvolveria o processo de classificação sanguinea, com os tipos de sangue A, B e O.  Um ano mais tarde, Decastello e Sturli descobriram o tipo AB.

Em suas pesquisas, Landsteiner colheu mostras de sangeue de diversas pessoas, isolou os glóbulos vermelhos e fez diferentes combinações entre plasma e esses glóbulos, obtendo a aglutinação dos glóbulos vermelhos, formando grânulos, em alguns casos, y em outros, não. Estava deslindando o mistério de transfusões de sangue, e outras sobreviverem.

Landsteiner foi agraciado com o Nobel de fisiologi/Medicina de 1930, não só pela dlassificação dos grupos sanguineos, mas também por ter sido o descobridor do fator sangüineo. Rhesus (Rh), em 1922, cuando atuava como cientista do Rockefeller Institute for Medical Research, de Nova York. 

Nesta sábado, portanto, comemora-se os 109 anos desse crucial (e, por que não, heróico) avonço da ciência.

Quando um bombeiro salva uma criança de um incêncio, torna-se, com justiça, um herói.  O mesmo se pode dizer de um policial que, depois de muito investigar, põe fim a um seqüestro.  Ou das nossas fantásticas equipes da Defesa Civil, que tanto bem já fizeram em prol dos atingidos por catástrofes diversas.

 Nesses tempos em que boa parte das nações, sobretudo as não desenvolvidas, não dedica prioridade à pesquisa e ao desenvolvimento científico o tecnológico, devemos dar todo destaque a esta data, para exaltar personalidades como Landsteiner, Robert Koch, Albert Sabin, o casal Curie, Lous Paesteur ou o nosso Carlos Chagas.  Cientistas como eles, têm dedicado suas vidas para salvar milhares de outras.

A descifrção do DNA e a evolução no conhecimento do genoma e da neuro-ciência terão efeitos terapêuticos sobre doenças "incuráveis", principalmente aquelas que derivam da desorganização da célula.

Já se tem como cientificamente provável a cura do cáncer, da leucemia, da AIDS, de de doenças degenerativas, como eo Mal de Parkinson.

Os recenseamentos periódicos vêm revelando uma melhora sensível nos padrões de renda e na qualidade de vida da populacão mundial.  Mesmo em regiões mais pobre da Asia, da Africa e da América Latina, tem se observado um declinio da mortalidade infantil e um aumento da expectativa de vida adulta.

Em face do avanço científico, em 2020 teremos uma populaçao de mais de 7 bilhões de habitantes, com aumento de consumidores e de pessoas inseridas no trabalho formal.  Isso, sem dúvida, projeta grandes desarios! "

ENCONTRO EM COPENHAGUE. El planeta Tierra está en estado febril. Todos los días está aumentando su temperatuva; en grado mínimo, pero está. Y si es así, las consecuencias van a ser funestas o ya están siendo en algunas partes del globo.

La gran mayoría de científicos están de acuerdo que el peligro es inminente. Para el año 2100, la tierra habrá aumentado su temperatuva en 4.6 grados centígrados.

Y los gobiernos y países cada día están tomando mayor conciencia de ese gran peligro.

Con este motivo, a partir del 7 de este mes de diciembre, los 192 países que componen la Organización de las Naciones Unidas (ONU) van a reunirse en la capital de Dinamarca, para estudiar seriamente las formas más efectivas de evitar el calentamiento global.

La tierra está calentándose cada vez más y produciendo efectos desastrosos.  Y la causa principal de este fenómeno es la emisión de gases producidos por la quema de combustibles fósiles, la destrucción de las florestas, la cría de animales y el uso de fertilizantes.

"O encontro em Copenhague tem como objetivo estabelecer uma forma pela qual o mundo vai reduzir as emissções de gases do efeito estufa.  Cálculos do Painel Intergovernamental de Mudnaças climáticas (IPCC, en inglés) mostram que a temperatura global no último século já subeu 0.74 graus. Evitar que o avanço ultrapasse os 2 graus, objetivo acertado no último encontro do G-8, exsigiria uma redução de até 80% nas emissões dos países desenvolvidos até 2050.  Essas nações teríam de aceitar em Copenhague a meta ousada de cortar as emissçoes em 40% sobre os níveis de 1990 até 2020, em um acordo que substituiria o Protocolo de Kyoto, que tem validade até 2012."

El gran problema es que no todos los países van aceptar un acuerdo que deban cumplir con exigencia mundial.  Es decir, en forma imperativa, después que se hayan comprometido formalmente , firmando un acuerdo global.

China, India, Estados Unidos , tanto como Europa tienen sus dudas. Porque el acuerdo tiene incidencias políticas y desarrolistas.  Todos quieren continuar produciendo, aumentando su riqueza, aumentando su poder económico e industrial.

Sin embargo, tienen conciencia que el peligro que existe es una amenaza para todos: para países pobres y para países ricos.  Las catástrofes naturales en forma de huracanes, inundaciones, aumento de la temperatura, ciclones, deshielamiento de los polos,etc.

"O aquecimento global provocará efeitos enormes sobre a vida na terra, dice Carlos Ritti, coordinador del programa de mudanzas climáticas del WWF-Brasil.

O aquecimento global provocará efeitos enormes sobre a vida na Terra.  Levará a secas mais fortes em lugares onde já falta água e a chuvas mais constantes em lugares úmidos.  Cerca de 30% da biodiversidade do planeta estaria ameaçada de extinção com um avanço da temperatuva acima de 2 graus centígrados. Haverá perdas nas lavouras de diversos lugaares  e há risco de milhões de pessoas serem atinguidas por alagamentos em cidades costeiras.

Exemplos dos efeitos do aquecimento não faltam. O imponente urso polar pode ver seu hábitat simplesmente derreter. Várias espécies de plantas terçao dificuldade em sobreviver a climas mais quentes. É o caso do café, cujo plantio en algunas áreas do Sudeste do Brasilpode ficar inviável.  Com as temperaturas mais altas, espérase tambem a propagação de insetos que transmitem doenças como dengue e malária.

Os pesquisadores trabalham com tres efeitos principais no Brasil.  Deve chover mais nas regiões Sul e Sudeste.  No Nordeste, o semi-árido pode virar um deserto por causa da reducçao da umidade.  A parte Leste da Amazônia pode se tornar uma savana - vegetação com árvores baixas, como no cerrado brasileiro.

Ate 32 milhões de pessoas teriam de deixar o semi-árido nordestino nos cenários mais pessimistas.  Tambem não são descartados pelos cientistas periodos prolongados de seca na região amazônica, como o registrado em 2005."

Todo esto y mucho más, debido al calentamiento de la tierra, al Efecto Estufa, como científicamente se llama a este fenómeno que pone en jaque a Tierra.

El efecto estufa "es la retención de la radiación solar en la atmósfera, después de ser refractada por la Tierra, a causa de la presencia de gases- sin ellos, esa energía volvería para el espacio".

CUÁNTO CUESTA EVITAR EL CALENTAMIENTO DE LA TIERRA ? "  Para reduzir emisões e atenuar o aquecimento global, é necesário um investimento maciço e novas tecnologias para gastar menos energia, usar fontes limpas e diminução do desmatamento.  O Banco Mundial estima que são necesários US$ 400 bilhões por ano, por duas décadas, apenas para que países pobres e emergentes façam a trancição para a economia sem carbono - outros US$ 75 bilhões seríam necesários para adaptar esses países às mudanças em curso..."

  

 

Nuestro desafío es: !SALVEMOS LA TIERRA...!

Por lo visto, la Conferencia Mundial de la ONU en Copenahue, tiene un tremendo desafío.  Del acuerdo que tomen los 192 países del mundo que pronto se reunirán en esa capital europea, va a depender mucho para que la esperanza del mundo para salvar a la Tierra del calentamiento progresivo y sus funestas consecuencias, mejore notablemente.

Los países y sus gobernantes están conscientes de su responsabilidad histórica, y los científicos del mundo están a la expectaativa de que las medidas que se tomen, sean las más efectivas para que las catástrofes que se produzcan contra la Tierra, se diluyan o desaparezcan progresivamente.

Tenemos mucha esperanza para que así sea. 

Amigos, esto es todo por hoy.  Nuestro artículo de la próxima semana será el último de este año.  Estaremos de vuelta a esta columna, si Dios quiera, en el mes de febrero.  Durante este lapso estaré fuera del Brasil, visitando mi patria y mi familia en PERÚ.

Desde ahra, les deseo a todos ustedes una linda NAVIDAD y un AÑO NUEVO repleto de felicidad, de éxitos y de mejores días.

Hasta la próxima semana.  Um fuerte abrazo.  Espero sus noticias en mi dirección electrónica:  fabiosoto94@hotmail.com

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Escrito por Fabio Soto Caján às 17h35
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23.11.2009


En Español               BRASIL, PAÍS DEL FUTURO

Pero no solamente país del futuro; país del presente también. Pues este gigante sudamericano está dando muestras al mundo que su potencial es inmenso y sus riquezas de todo orden son inagotables.

De allí que los países europeos y Norteamérica tienen especial interés de seguir de cerca los pasos de avance y desarrollo del Brasil, así como de dirigir sus inversiones en un país que cada día se afirma como una potencia mundial y una fuente de garantía para la sobrevivencia humana, la preservación de la naturaleza y el éxito en la economía.

Su tamaño es respetable; su exuberancia en los tres reinos de la naturaleza es admirable y el clima acogedor y fraterno que respiramos entre sus habitantes, nos hacen sentir reconfortados y esperanzosos de un futuro cada día mejor para la humanidad.

Desde hace 20 años vivo en el Brasil, junto con mi familia. Mis 3 hijos y mis 3 nietos son brasileños; los primeros adoptaron la nacionalidad brasileña por ser hijos de brasileña; y mis nietos, por haber nacido en esta patria grande.

Durante este lapso de 2 décadas he viajado por buena parte de este país generoso; he prestado mis servicios profesionales como profesor de Español, luego de revalidar mi título de la especialidad.  Podría haber revalidado mi título de abogado también, pero el avance del tiempo me venció.  Y, más bien, preferí hacer un post grado en la Univ. Federal de Santa Catarina, para graduarme hace 7 años en ingeniería de producción.

VIAJANDO POR EL BRASIL.  Siempre me ha gustado mucho viajar fuera y dentro de mi patria, pues tengo la convicción de que viajar no es un gasto sino una inversión.  Se gana en experiencia humana, en visión del mundo, en riqueza espiritual. 

Mis visitas a Norteamérica, México, Cuba, Panamá y a casi todos los países de Sudamérica, así como a  algunos países europeos, han enriquecido grandemente mi visión del mundo y del ser humano. He hecho muchas comparaciones de diverso orden y he llegado a ciertas conclusiones que me faltaría tiempo y espacio para transcribirlas aquí.

Pero mis mayores y más profundas experiencias las he tenido en estos últimos 20 años de mi vida aquí en el Brasil, tanto en mi labor diaria en las aulas universitarias, como viajando constantemente por varios estados y ciudades brasileños.

Primero, teniendo como mi centro de actividad la atractiva capital del estado de Minas Gerais, BELO HORIZONTE; y luego, otra capital hermosa del sur del país: CURITIBA, capital del estado de Paraná.

Me he solazado reiteradamente con la gentileza de sus habitantes y he encontrado en cada lugar donde he llegado, la abertura y la receptibidad de los brasileños de cualquier nivel social, cultural y racial.

El factor racial en el sur del Brasil es bastante notorio. Sobre todo en los estados de Paraná, Santa Catarina y Río Grande do Sul. Existen en estos estados grandes grupos humanos de origen europeo, cuya historia, tradiciones, costumbres y manera de ser, son muy notorias.

Alemanes, italianos, polacos, ucranianos, rusos, japoneses, etc. llegaron al Brasil desde siglos anteriores y se establecieron en lugares con ambientes y climas parecidos a sus países de origen; se afincaron en ellos y se dedicaron a la industria , el comercio, la agricultura, el turismo, la cría de ganado de razas escogidas.

Sus fiestas, costumbres, tradiciones y su idiosincracia las mantienen y cultivan entre ellos, pero sin desmedro de la vinculación humana con los brasileños, y menos con alguna muestra de segregacionismo o de prejuicio racial o cultural.

Dos festividades a las que me he referido en un artículo anterior y en las que participé fueron OCTOBERFEST en Blumenau y FENARRECO en Brusque.  Las dos en el estado de Santa Catarina. Muy frecuentadas ambas y de prestigio nacional e internacional. Son fiestas dignas de encomio por su variedad, su colorido, su alegría, su diversidad de danzas , sus alegres músicas y bailes folclóricos y por la animación que reina entre los habitantes de ambas ciudades, mezclados con visitantes y turistas de dentro y fuera del país.

FLORIANÓPOLIS Y JOINVILLE.  La primera es la capital del estado de Santa Catarina; la segunda, sin ser capital, es la ciudad más grande y más importante de este estado sureño de la Federación.

FLORIANÓPOLIS es una isla paradisíaca, con cerca de 50 playas bellísimas, cuyo atractivo y pretigio han atravesado los linderos del país. Próximamente voy a dedicar una artículo especial a este recanto del mundo en el que el alma se solaza y siente a plenitud las caricias generosas de la naturaleza.

JOINVILLE es sinónimo de progreso, de gran actividad comercial e industrial y de gente muy receptiva y cariñosa. Por más de 3 veces ha visitado esta hermosa ciudad y últimamente recibí la gentil invitación de los esposo HELMUT y ROSELI para visitarla de nuevo.

Ellos son de ascendencia  alemana y su único hijo Diogo nos impresionó a primera vista con su naturaleza germana. Pues bien.  Nuestros anfitriones, después del clásico churrasco y de los deliciosos sorvetes o helados, nos hicieron recorrer la ciudad por sus hermosas calles y avenidas ; nos presentaron al bonito edificio de la municipalidad o prefectura, iluminado con motivos navideños; a sus museos y edificios con muchos atractivos y nos condujeron al pasado, haciéndonos recorrer por el centro de dos hileras de más de 160 lindas palmeras del tiempo del príncipe don Pedro II, todas ellas adornadas por centenas de focos luminosos que deslumbraron nuestros ojos.

Estrada Bonita y Serra de dona Francisca fueron los dos lugares, fuera de la ciudad, a los que conocimos en compañía de ellos y de nuestra amiga, la profesora NILZA .

Ascender lentamente, salvando curvas cerradas de las verdes montañas a 40 kilómetros al norte de Joinville, es una verdadera sensación de bienestar y alborozo. Mientras la altura aumentaba, sentíamos el frescor del aire puro, la abundante vegetación, el pico de las montañas cercanas y el atractivo del cielo azul. Me parecía que estábamos ascendiendo a las montañas andinas de mi Perú lejano, pero con la ausencia de la tierra ubérrima y de la vegetación abundante.

Y cuando llegamos casi a la altura del pico de la montaña que habíamos vislumbrado desde muy lejos, a la salida de la ciudad, nos detuvimos a contemplar la maravilla de la obra de Dios, desde el mirador cercano. Nuestra alma se ensanchó y nuestros ojos observaban absortos la verdísima sábana que teníamos a nuestros pies, como también la que veíamos en el amplio horizonte que contemplaba nuestra vista.

Y alla, en la cima de montaña distante, yo explicaba a mis amigos brasileños que similar experiencia tenemos cuando ascendemos a las cadenas de montañas que forman la Cordillera de los Andes; y cuando llegamos al Cuzco y a la famosa maravilla del mundo: MACHU PICCHU.

  

"Cuando ustedes visiten mi país, Perú,

tendrá una sensación similar... la altura

de Machu Picchu, en el Cuzco..."

(En la foto, con los amigos PIERITZ, en

el pico da Serra de dona Francisca,

Joinville, Santa Catarina, Brasil)

Estrada Bonita. Como lo dice su nombre, es una estrada o camino hermosos, en una planicie llena de chacras, posadas y abundante vegetación, en donde nuestra vista se esparce en el horizonte y sentimos el acariciente perfume de las flores, el deslizarse de las aguas cristalinas por los ríos que cortan estancias y haciendas; el olor a churrasco y comidas típicas del lugar. Y en cada pedazo de tierras de abundantes pastos, se observa el ganado pastando calmadamente y ofreciendo una combinación impresionante de sus diversos colores: blanco, negro, mulato y naranja.

La gente acude a estos recantos de entretenimiento y descanso, después de una semana agotadora de mucho trabajo y actividad.

Desde esta página quiero agradecer mucho la buena voluntad y gentileza de nuestros amigos anfitriones,Helmut, Rosely y Nilza.

DOS EVENTOS MÁS EN BRUSQUE.  Organizado por la Prefectura (Municipalidad) de Brusque, tuvo lugar el día 11 de noviembre, el programa de Desenvolvimiento Sustentable, con la participación de las escuelas de la ciudad.

Los alumnos de cada una de ellas, dirigidos por sus respectivos profesores, mostraron en el amplio local de Fenarreco, muestras originales de la manera cómo el hombre puede preservar a la Naturaleza.

En cada estand de la exposición, alumnos seleccionados y entrenados, explicaban a los asistentes, las diferentes formas como podemos ayudar a que nuestro habitat mantenga su belleza natural, siga ofreciendo al hombre las virtudes del aire puro, del agua no contaminada, de la vegetación bien conservada, de la tierra ofreciendo su óptima producción diversificada.

Durante este evento impresionante hubo una breve representación teatral en que los alumnos de la escuela AUGUSTA DUTRA, impactaron a los centenares de alumnos, profesores y público presentes con la actitud presistente de una "actora" que buscaba formas diversas de hacer conciencia en los hombres para preservar la Natureleza. 

 El momento culminante fue cuando la niña promotora de esa campaña es enfrentada por un grupo de jóvenes de ambos sexos que la agreden, la insultan, la escupen, pisotean sus carteles de campaña y finalmente la atan con una cuerda, la derriban al suelo, la patean y se van, dejándola abandonada e indefensa. El público queda en silencio, observando el telón de fondo con su mensaje dramático: la tierra pidiendo auxilio y la Cruz Roja, presta para la acción.

Todos quedamos impactados con esta bella presentación, y la profesora NILZA que dirigió esta parte del evento, muy felicitada y feliz.

 

 

!La tierra está pidiendo auxilio...! Ella es

maravillosa. !Hagamos nuestra parte...!

 

UN PLACER PARA LOS OJOS. Fue la Exposición de Orquideas, también en Brusque. Los "orquidófilos" de esta región cultivan el arte de hacer más bella a la Naturaleza.  Lo hacen a través de las flores.  Y de las flores más bellas que ella produce: las Orquideas.

Durante los días 18 al 20 de noviembre, tuvimos la grata experiencia de contemplar bellos ejemplares de estas preciosas flores y conversar con algunos de sus cultivadores.

Todo el ámbito de Fenarreco estaba ocupado.  En bien iluminados stands y en sectores muy bien dispuestos y enjaezados, había muestras de orquideas de diferentes colores e imágenes. Y cada uno de los propietarios, iba explicando detenidamente a los interesados y a la prensa, los cuidados que toman con ellas, los abonos que les administran, la porción de agua diaria que necesitan, la clase de suelo en que se producen mejor, el logro de la nitidez de sus variados colores, la oferta de consejos para el aficionado, la venta de mudas de dichas flores en sus respectivos vasos.

!Un espectáculo hermoso que nos dejó huellas en el espíritu!

 

Un encanto para los ojos de todo el mundo...

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Ésta fue una crónica más, amigos, de nuestros viajes por las tierras brasileñas.  El próximo mes visitaré mi país y les traeré algún material del Perú para que ustedes conozcan también mi país.

Desde la segunda semana de diciembre estaré ausente y volveré a estar con ustedes, después del 15 de enero del año entrante, Dios mediante.

Por ahora, esto es todo.  Reciban mi cordial abrazo y , como siempre, háganme llegar sus comentarios y sugerencias por nuestro correo:  fabiosoto94@hotmail.com  

                  ___________________

Escrito por Fabio Soto Caján às 12h28
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03.11.2009


En Español     LAS BASES MILITARES

      NORTEAMERICANAS EN COLOMBIA

!UN SERIO PELIGRO PARA LA SEGURIDAD DE SUR AMÉRICA!

No es alarmismo; es una verdadera amenaza y una seria preocupación de los ONCE países que forman la América del Sur, incluyendo a la Guyanas.  Inclusive, para Panamá y Centro América.

POR QUÉ?  Porque el presidente de Colombia, ÁLVARO URIBE, con el pretexto consabido de combate a la guerrilla del FARC y al Narcotráfico, viene incrementado la intervención indebida de las fuerzas armadas norteamericanas en el territorio colombiano y poniendo en serio peligro la seguridad y el futuro de toda la región.

Desde hace varios años, mediante convenios bilaterales, URIBE ha aceptado que Colombia mantenga en su territorio un contingente de militares y "civiles" de USA, para ayudar al ejército y al gobierno colombianos a enfrentar esos dos flagelos de este país vecino nuestro.

Los países sudamericanos, con mucha razón y derecho, han mostrado reiteradamente su desacuerdo con la actitud permisionista de este mandatario suramericano, cuya gestión es cuestionada dentro y fuera de su país, pues hasta el momento no tiene éxito de importancia en su combate al FARC y al narcotráfico.  Ambos siguen vigentes en el territorio colombiano, y el gobierno del país continúa recibiendo millones de dólares de USA para tal propósito.

7 BASES MILITARES. El gobierno colombiano ha concedido hace pocos días la ampliación de la presencia norteamericana en su país, mediante el uso de hasta SIETE bases militares para las Fuerzas Armadas de Estados Unidos.

Mediante este acuerdo, Estados Unidos podrá usar el territorio colombiano por 10 años y contar con 1.400 personas, entre militares y civiles.  Arriba usé la palabra civiles entre comillas (entre aspas) para desconfiar de la verdadera identidad de esos llamados "civiles".  Pues podemos imaginarnos con mucha razón que esos "civiles" pertenecen a la CIA y a otros órganos de inteligencia del país del norte.

El propio presidente URIBE tuvo que hacer un recorrido por BOLIVIA, PERÚ, PARAGUAY, ARGENTINA, URUGUAY Y BRASIL, para explicar el propósito de ese acuedo que pone en peligro a la región y convencer a los presidentes visitados, que el objetivo de ese convenio es estrictamente de ayudar a combatir a la guerrilla y al narcotráfico.

Ninguno de los gobernantes visitados quedó satisfecho completamente con las exposiciones de Uribe. El único que está de su parte es mi país, PERÚ, y en condición de dudoso, el gobierno de CHILE.

La preocupación de Brasil es la existencia de una base norteamericana en APIAY, a 450 kilómetros de la frontera con Colombia.  Esa cercanía da lugar al peligro latente de espionaje en la Amazonía y la facilidad para una evntual incursión del país de Obama.

Según la revista ÉPOCA,del 10 de agosto de 2009, hay "outra questâo que envolve o alcance da estrutura americana.

Um estudo recente da Força Aérea americana afirma que el Comando Militar Sul dos EUA, responsável pela América Latina, "passou a se interessar em estabelecer um local tanto para ações contra narcóticos como para operações de mobilidade" A base de Palanquero é citada como uma opção.  Dali, um avião C-17, destinado a transporte de carga e pessoal, poderia cobrir metade do continente sem reabastecer. As tais "operações de mobilidade" é que intrigam os militares e diplomatas brasileiros".

El peligro está explicado.  Los Estados Unidos, tanto como otros grandes países del mundo, tienen fuerte interés expansionista e intervencionista.  Los ejemplos son muchos y cada gobierno del mundo tiene que cuidar bien tus intereses y sus territorios.

El asesor especial de LULA, Marco Aurelio García "reforça a tese do descontentamento brasileiro com o acordo entre EUA e a Colômbia.

Bases estrangeiras na região aparecem um pouco como resquicio da Guerra Fria. A Guerra Fria acabou.

Há também a preocupação de que as bases americanas ensejem novos conflitos entre paises da região, como a incursão colombiana no Equador, em março do ano passado, para cobater grupos das Forças Armadas Revolucionárias da Colombia (Farc)..."

Por su parte, Venezuela, con su presidente HUGO CHÉVEZ, se ha enfrentado abiertamente contra URIBE, por la misma razón de su seguridad territorial y porque el mandatario colombiano está permitiendo abiertamente que un país extranjero mantenga bases militares en países suramericanos, rompiendo con eso el comrpromiso de todos los países de la región de no permitir ingerencia alguna en sus respectivos territorios.

ALGUNOS DATOS ADICIONALES.  En la pág. 97, de la misma revista ÉPOCA ya mencionada arriba, aparecen los siguientes datos preocupantes:

En la base de PALANQURO, Bogotá, habrá:

- 3.500 metros de extensión de la písta de poso;

- 2 hangares para 50 y 60 aviones cada uno;

- 2 mil personas pueden vivir en el complejo militar, contando con supermercado, restaurante, hospital y hasta teatro;

- Palanquero será el centro operacional de EUA en Colombia, tanto para el combate al tráfico como para el transporte de cargas y personal.

ADEMAS:

- el ejército norteamericano contará con otra base aérea en APLAY;

- 2 bases navales, en CARTAGENA y en BAHÍA MÁLAGA;

- y 2 bases más del ejército en TOLEMAIDA y LARANDIA.

COLOMBIA ESTÁ ALQUILANDO SU PAÍS?

Por lo que acabamos de ver, la respuesta obvia es: SÍ.  Y parece que  el señor URIBE, en su terquedad y en su incondicional apoyo a los intereses norteamericanos, deja de lado el interés regional y entrega su territorio a una potencia extranjera, con el consabido pretexto de que estará siendo ayudado por Norteamérica, para combatir el tráfico de drogas y a la guerrilla colombiana del FARC.

Prueba de ello es que estuvo ausente en la reunión última de la Unión de las Naciones Suramericanas (UNASUL), realizada en Ecuador.

Estamos seguros que su país y la Historia lo juzgarán en el futuro!

   

    El gran peligro de América del Sur

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LA DEMOCRACIA EN AMÉRICA ESTÁ A SALVO. Después de varios meses en que la Corte Suprema y el Congreso de la república centroamericana de HONDURAS, pidieron al Ejército la expulsión del presidente contitucional de su territorio, por el pretendido intererés de hacer una Consulta al pueblo sobre una nuevo período del mandato del señor MANUEL ZELAYA, debe regresar a su país para ocupar su alto cargo.

Resultó increíble que dos instituciones serias y de responsabilidad nacional e internacional, hayan podido quebrar flagrantemente la Democracia en América, pidiendo un "golpe militar".

Parece mentira que jueces supremos y parlamentarios hondureños hayan tenido tan bajo concepto de lo que es la Democracia y,  bajo el impulso de un supuesto celo por la institucionalidad nacional, pidieran la expulsión de su presidente elegido democráticamente por pueblo hondureño.

Presionados por el mundo entero al no reconocer al gobierno de facto del señor ROBERTO MICHELETTI, el parlamento ha votado para que el verdadero presidente, vuelva a ocupar su sitial honroso.

Tanto la ONU, como la OEA condenaron el Golpe Militar en Honduras.  Y por unanimidad, no reconocieron al seudo gobernante, "elegido por las armas" y no por los votos del pueblo.

La vergüenza debe estar estampada en las caras de jueces supremos y parlamentarios que dieron el "golpe".   Brasil intervino directamente en su condición de intermediario para lograr un acuerdo de restitución de la Democracia en ese pequeño país de Centro América.  Y el señor Zelaya, con sus errores e imprudencias, fue respaldado por la comunidad mundial que no acepta hoy los golpes militares.

Buena lección les queda a todos los pueblos del mundo, al saber que ningún país que quiere vivir en paz, acepta en el siglo XXI, el rompimiento de los gobiernos democráticos.  Es decir, los gobiernos elegidos por la voluntad del pueblo, en el ejercicio de su derecho de votar en las urnas, libremente, a sus gobernantes.

FELICITACIONES, SEÑOR MANUEL ZELAYA.  LA DEMOCRACIA GANÓ!!!

  

 !TRIUNFASTE, ZELAYA!  -  !MERECIDO

   PREMIO NOBEL DE LA PAZ: OBAMA!

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EL PREMIO NÓBEL DE LA PAZ.  Escribimos en verde esta parte de nuestra página, para simbolizar nuestra alegría por el otorgamiento de este famoso PREMIO, a un gobernante joven, con mentalidad opuesta a su antecesor de mal recuerdo,  quien en pocos meses de gobierno se ha hecho merecedor de la simpatía del mundo entero.

El señor OBAMA ha sido galardonado merecidamente.  No fue necesario mucho tiempo de sus esfuerzos por la paz mundial; han sido pocos los meses de su gobierno y en ese corto tiempo ha demostrado que su ambición y su  vocación en el gobierno del país más poderoso de la tierra es hacer que la PAZ reine entre las naciones de la tierra.

Estamos seguros que este galardón , al mismo tiempo que es un alto honor para el presidente norteamericano, también es un motivo de compromiso para que durante su gestión se llegue a culminar  con el deseo de los pueblos del mundo, para que la guerra sea abolida definitivamente y que los problemas que existen sean resueltos dentro de un ambiente de respeto y consideración a los oponentes, a los que no concuerdan con las políticas y planes de los gobiernos que anhelan la Paz.

!FELICITACIONES, PRESIDENTE OBAMA, VOCE MERECE!

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Y para terminar nuestra página de hoy, he  escogido un hermoso poema de AMADO NERVO, muy conocido en el mundo hispano.  Fue mexicano y su poesía ha recorrido en todo el mundo, ya sea en español o en otras lenguas.

Su poema se titula:

                    EN PAZ

Muy cerca de mi ocaso, yo te bendigo, vida,

porque nunca me diste, ni esperanza fallida,

ni trabajos injustos, ni pena inmerecida.

Porque veo al final de mi rudo camino,

que yo fui el arquitecto de mi propio destino;

que si extraje las mieles a la hiel de las cosas,

fue porque en ellos puse hiel o mieles sabrosas

Cuando planté rosales, coseché siempre rosas.

Cierto, a mis lozanías va a seguir el invierno;

mas tú no me dijiste que mayo fuese eterno!

Hallé, sin duda, largas las noches de mis penas

y en cambio tuve algunas santamente serenas

Amé, fui amado, el sol acarició mi faz.

!VIDA, nada me debes!

!VIDA, ESTAMOS EN PAZ!

Amigos, esto es todo por hoy.  Tengan ustedes mis agradecimientos por visitar esta página. Les seguiré  esperando cada semana para entregarles temas y asuntos que les interese.

Una buena semana para todos, junto con un cordial abrazo.--------------

 

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 16h07
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27.10.2009


En Esp.DOS HISTORIAS IMPRESIONANTES

1.  UNIDOS HASTA LA MUERTE

TED DOWNES era un famoso director de orquesta del Reino Unido. Niño prodigio de violín, los británicos deben a él la diseminación en su país, la diseminación de obras de compositores rusos como Shostakovich, Prokofiev e Tchaikovsky.  Como maestro de orquesta dirigió 25 óperas de Verdi.

Fue elevado a la condición de caballero (sir) en l991 "por su contribución a la música en el Reino Unido y ser un extraordinario maestro, uno de los mayores músicos de su generación en todo el mundo.

Conoció a JOAN cuando era bailarina y luego de poco tiempo de amores, se casaron.   Una vez casados, ella le ayudó a administración su carrera exitosa como músico y como director de orquesta.

Tuvieron dos hijos durante su matrimonio de 54 años, Caractacus y Boudicca.  Este año le fue revelado a Joan un cáncer terminal en el hígado y en el pancreas y ella no quizo tratarse más.  Sólo esperaba la muerte, que ocurriría pocas semanas después.

El esposo, desesperado por la idea que quedar solo y sin la compañera de su vida, hizo un pacto con ella y tomaron en su país un seguro de "muerte asistida" en la ya famosa clínica DIGNITAS de Zurich, Suiza.

Llegado el día del viaje, salieron de un barrio rico de Londres en dirección a Suiza, acompañados de sus dos hijos. TED de 85 años y JOAn de 74, no fueron de paseo en ese viaje,  fueron para encontrar la muerte juntos.

Previamente se habían asegurado que el contrato con DIGNITAS estaba en orden y que los 4 mil euros que pagaron, estaban al día.

Llegados a la clínica, se hospedaron en ella y en el momento decisivo en que los responsables de este suicidio voluntario les preguntaron si insistían en efectuar su propia muerte en forma libre y voluntaria, ellos respondieron afirmativamente.

- Señores, Ted y Joan Downes, insisten ustedes en su propia muerte, sin coacción alguna, ni interés alguno de otra persona?

- Sí, señor, insistimos.  Estamos conscientes de nuestra decisión y queremos que se cumpla lo que en nuestro contrato con la clínica hemos aceptado.

Pocos minutos después, fueron llevados a una sala especial, iluminada y discreta, y con una cama de matrimonio en medio. 

A una señal determinada, tomados de la mano ambos, se dirigieron al "lecho mortuorio" y se acostaron lentamente. El asistente les extendió la mano y les entregó a cada cual, un vaso con un líquido claro, conteniendo Nembutal, droga letal, mexclada con agua.

Caractacus, el hijo de 41 años, declaró a una pregunta que le hicieron:

- "Ellos tomaron un poco de un líquido claro y se acostaron en la cama, tomados de la mano... Luego, ellos estaban durmiendo.  En diez minutos ya habían muerto.

 

Este pacto de muerte chocó a mucha gente del país de ellos y del mundo entero. Algo inaudito y casi inconcebible. Pero fue el amor que los había unido por más de medio siglo, el que los indujo a concordar en auto-eliminarse deliberadamente, para no sentir la ausencia de la amada en el momento supremo de la muerte.

"Fundada en 1988, por el médico Ludwig Mirelli, la Dignitis ya proporcionó la eutanasia a cerca de mil pacientes, buena parte de ellos,alemanes" 

- "Una nuerte digna es derecho de todo el mundo", dice Minelli.

"Quien opta por muerte tiene que firmar un documento en que afirma no haber tenido  ninguna forma de coacción. Si el paciente no tiene condiciones de firmar su nombre, es hecho un video. Un testigo independiente es provisto por la Dignitis para eventuales problemas jurídicos en el futuro.  Minutos antes de recibir la dosis de nembutal que puede matarlo, el paciente escucha todavía una vez más la pregunta de si quiere seguir adelante en su decisión.  El sí, como en el caso de Ted y Joan Downes, significa la muerte..."

"Unidos hasta la muerte", era la decisión de ambos protagonistas.

NOSOTROS, QUÉ PENSAMOS DE LA "MUERTE ASISTIDA"?  En todo el mundo occidental especialmente, esta clase de muerte voluntaria y asistida por terceros, está prohibida por ley.

En el Reino Unido lo está y por eso ambos buscaron en Suiza a esta clínca especial que presta esta clase de servicios a quienes quieren eliminarse voluntariamente.

Inclusive, los testigos, como los hijos de los protagonistas de esta historia verídica, podían haber sido procesados en su país a su regreso. Se les acusaría de complicidad en un suicidio colectivo.

Es un tema interesante para ser tratado por especialistas y profesionales de diferentes áreas:  abogados, magistrados, psicólogos, profesores, sociólogos, etc.

  

   Los protagonistas de esta historia...

2. EL VALOR DE LOS BIENES MATERIALES ANTE LA MUERTE

Cuente la historia que un día, el gran general ALEJANDRO "el GRANDE", pidió a sus generales que el día que él muriera, sus funerales cumplieran los tres siguientes ceremoniales:

1. Que su féretro fuese cargado por los médicos de la ciudad;

2. Que en el camino hasta su tumba, fuesen esparcidos todos sus trofeos, galardones, joyas, piedras preciosas que formaban su fortuna;

3. Que sus dos brazos fueran dejados fuera de su ataúd, para que todos los vieran.

Intrigados por tal determinación, uno de sus generales luego le preguntó:

- Mi general, Alejandro, podéis decirnos lo que significan esos tres pedidos que nos hacéis?

  Alejandro, entonces, les respondió diciendo:

El primer pedido representa mi convicción de que los médicos pueden curar las enfermedades, pero no pueden evitar nunca a la muerte;

El segundo pedido es para indicar que todos los tesoros que el hombre logra mientras vive, se quedan aquí en la tierra.  Vinimos al mundo sin nada y volvemos de él, también sin nada;

Por el tercer pedido estoy afirmando al pueblo y al mundo, que los brazos de los hombres más fuertes y valerosos, son nada ante lo inevitable de la muerte.  La muerte extermina todo y a todos.

NUESTRO COMENTARIO.

El gran Alejandro Magno tenía toda la razón. Además, sus palabras e intenciones fueron muy sabias, pues su pueblo y el mundo de entonces, lo consideraban como a un jefe militar poderoso e invencible.  Un hombre extraordinario que merecía todos los homenajes habidos y por haber.

Èl fue un guerrero de muchas victorias, pero también fue un sabio al dictar su última voluntad. 

Los médicos vencen con éxito muchas o varias enfermedades que aquejan al mundo, pero jamás podrán prolongar indefinidamente la vida de nadie ni de ellos mismos.  El hombre tiene sus limitaciones y todos sabemos bien de eso.

Por otro lado, también sabemos, que todas las riquezas del mundo que el hombre pueda lograr o acumular, solamente le serán útiles mientras viva.  Después de la muerte, no le servirá de nada.  Serán sus herederos los que se beneficien de ellas. Pero , a su vez, esos mismos herederos tendrán la misma suerte:  la muerte aniquilará todos esos tesoros que el hombre logra acumula con mucho esfuerzo.

Finalmente, el hombre puede alcanzar mientras vive glorias, sucesos, éxitos, reconocimiento humano.  Puede llegar a ser muy famoso y lleno de admiración humana, pero una vez llegado el momento de despedirse de este mundo, esas glorias, esos sucesos, esos éxitos y ese reconocimiento humano, se exterminarán, no tendrán ningún sentido para él.

De allí que algunos pueblos y sociedades, inteligentemente, cuando quieren homenajear a una persona digna y de grandes virtudes, que vivió en función del bien y en beneficio de la sociedad, les ofrecen homenajes cuando ellos aún están vivos.  Homenajearlos cuando ya han muerto, no tiene mucho sentido. O más bien, ningún sentido, para esa persona.

LOPE DE VEGA, el prolífero poeta español que escribió 21 millones de versos como poeta incomparable, pidió algo semejante a lo que pidió Alejandro Magno:  que durante todo el trayecto desde el lugar de su velatorio hasta su última morada, dejasen abierto su ataúd, para que todos vieran personalmente por última vez, que la gloria de este poeta inmenso, se había terminado con su muerte.

La más inexorable e  indiscutible verdad que el hombre tiene mientras vive es la Muerte. Podremos hablar mucho de ella, tratar de evitarla por un tiempo más, investigar sobre su origen y su término, encontrar recuros y medicinas para prolongar la vida,  pero jamás podremos impedir la muerte.

El mandamiento bíblico tiene que cumplirse hoy y siempre: "POLVO ERES Y AL POLVO SERÁS TORNADO".

   

 Alejandro Magno y el Templo de Alejandro M.

                     _________________

Los escritores y poetas de todos los tiempo, siempre han escrito y hablado mucho sobre la vida y la muerte.  Algunos, muy quejumbrosos y pesimistas; otros, muy realistas y positivos.  Algunos, desde el punto de vista filosófico y espiritual; otros, desde el ángulo materialista.

Voy a copiar, a continuación, algunos versos alusivos al tema, de uno de los más conocidos y grandes poetas españoles del siglo XV:  JORGE MANRIQUE.

Es bien conocida su obra cuyo título es:  COPLAS POR LA MUERTE DE SU PADRE". El incomparable LOPE DE VEGA dijo alguna vez, que este poema merecía estar escrito en letras de oro, como realmente fue hecho.

Algunos de sus versos son los siguientes:

1. Recuerda el alma dormida,

avive el seso y despierte

contemplando

cómo se pasa la vida,

cómo se viene la muerte

tan callando;

cuán presto se va el placer,

cómo, después de acordado

da dolor;

cómo, a nuestro parecer,

cualquier tiempo pasado

fue mejor.

3. Nuestras vidas son los ríos

que van a dar en la mar,

que es el morir;

allí van los señoríos

derechos a se acabar

y consumir;

allí los ríos caudales,

allí los otros, medianos

y más chicos; allegados, son iguales,

los que viven por sus manos

y los ricos.

5. Este mundo es el camino

para el otro, que es morada

sin pesar;

mas cumple tener buen tino

para andar esta jornada

sin errar.

Partimos cuando nacemos,

andamos mientras vivimos,

y llegamos

al tiempo que fenecemos;

así que cuando morimos

descansamos.

Amigos, pónganse en contacto con este servidor, a través del correo:  fabiosoto94@hotmail.com   Como verán, mi dirección mudó, debido a los famosos virus que atentan contra nuestros computadores.  Hasta la próxima semana. Muchas felicidades para todos.

                    ___________________

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 16h32
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20.10.2009


En Español  OKTOBERFEST  y FENARRECO:

     DOS HERMOSAS FERIAS REGIONALES

Era mucho mi interés de presenciar estos dos eventos regionales brasileños y encontré la oportunidad de participar en ellos.

Como todos los pueblos de la tierra, BLUMENAU y BRUSQUE, en el estado sureño de SANTA CATARINA, tienen sus fiestas anuales en que predominan la alegría, el jolgorio, las manifestaciones colectivas de felicidad. 

Me habían contado mucho sobre la singularidad de estas festividades, de estos dos eventos, en dos ciudades hermosas, con mucho raigambre europea; sobre todo, alemán, italiano y polaco. Y, lógicamente, también brasileño.

Lo he comprobado in situ. Y hasta intenté repetir algunas frases en alemán. La gran mayoría de habitantes de esta región son mixtura de estas etnias; muchos de ellos hablan esos idiomas entre los miembros de sus respectivas colonias nacionales y mantienen y cultivan su propia cultura.

 

Idioma, costumbres, tradiciones, culinaria, trabajo y solidaridad humana los unen y los tornan grupos humanos llenos de un futuro promisor y de un estatus de vida elevado.  Se nota perfectamente en estas dos ciudades y en las varias otras que conocí anteriormente, un amplio espíritu de solidaridad humana, de mucho apego al trabajo y del amor y el respeto por los semejantes.

 

Joinville, capital del estado de Santa Catarina; San Bento, Itajai, Pomerode, Navegantes, Escurra, Getulio y otros hermosos lugares son las mejores muestras de que la influencia europea ha hecho de esos pueblos una verdadera muestra de progreso, de cultura, de alto estándar de vida y de orgullo de la nación.

          VAMOS A OKTOBERFEST

BLUMENAU es una bella ciudad, con gente alegre y cariñosa.  Sobre todo, muy gentil, cortés, educada. Está ubicada a las orillas de un río, que cuando se desborda por las abundantes lluvias, es invadida por el vendaval.  Así sucedió en el presente año y fue una verdadera catástrofe. Tanto Blumenau como muchas ciudades grandes y pequeñas de Santa Caterina sufrieron mucho por las llamadas "enchentes" que causaron inmensos daños materiales, y también algunas víctimas humanas.

Pero estos pueblos tienen una singularidad admirable: se enfrentan a la adversidad, pero luego se reponen en poco tiempo.  El poder de recuperación es propio en ellos y la solidaridad humana es muestra poderosa de la cultura que los distingue: en pocos días se mostraron optimistas y con nuevo fulgor de vida. Todos se ayudan unos a otros.

Pues bien.  En BLUMENAU tiene lugar cada año la ya famosa feria de la cerveza: la OKTOBERFEST. En su 26ava. edición asistieron millares de personas, entre turistas del mundo y gente de todo el país. Su fama ha transpuesto las fronteras regionales y nacionales y es el atractivo número uno de los alemanes europeos.

La celebración tuvo su inicio el primero de octubre y fue clausurado el domingo 18 de este mes; es decir, hace 2 días. Lamentablemente, el desfile final por calles y avenidas fue cancelado debido al mal tiempo.

Presidido por la reina elegida para este año, KATIA ROSSI, la ciudad se vistió de fiesta. Las calles, plazas y avenidas se inundaron de gente de toda condición social y de toda color de piel. La alegría y la felicidad se mostraron plenamente y la ciudad fue un verdadero hervidero de rostros felices.

MÚSICA GERMANA Y DANZAS, junto con abundantes y enormes vasos de cerveza o chope, hacen que los asistentes al parque de la Villa Germánica se desborden en un júbilo enenarrable. Los tres grandes pabellones, con amplias pistas de baile y pobladas por mesas y bancas bien dispuestas, convidan a los asistentes a saborear las deliciosas comidas típicas de la fiesta, a participar en los bailes y danzas alemanes y a cantar tonadas típicas de esos pueblos.

Todos se mueven al compás de las variadas músicas y entonces, cunda la alegría en los tres inmensos salones de baile y de presentaciones de grupos folklóricos, con sus vestimentas multicolores.  Todas las noches hay bailes y celebraciones; todas los días hay ambiente de fiesta; toda la gente acude a saborear platos típicos y a pasar buenos momentos de descontracción y alegría, hasta la madrugada.

Yo no tuve ningún reparo de participar en estas fiestas, pues para ellas había viajado.  Y no pude resistir al ritmo y compás de las músicas tocadas por conjuntos musicales y bandas típicas, y entré en las pistas para danzar esos ritmos contagiantes, acompañado de una gentil heredera del admirable pueblo germano.

OKTOBERFEST es considerada como la mayor fiesta alemana de las Américas. Sus tradiciones y costumbres, la música propia de ellos, la refinada culinaria, el sabroso chope, los trajes típicos y de variada color, los bailes y danzas de aquel pueblo y la hospitalidad de la gente del lugar, hacen de esta fiesta un evento singular.

Las 700 mil asistentes por año hacen que esta gran fiesta de los colonizadores alemanes de hace 150 años, sea un gran atractivo anual de Blumenau.  Vale la pena conocer a esta linda ciudad; y es mayor la recompensa, si podemos asistir y participar en este evento anual: la feria de OKTOBERFEST.

Ahora, VAMOS A BRUSQUE.  Los días pasan muy rápido cuando se trata de conocer lugares y pueblos tan hermosos y llenos de júbilo, como los que hemos conocidos esta vez.  Sobre todo, cuando se trata de saborear sus platos típicos, observar de cerca sus celebraciones festivas, alternar con su gente y participar de sus eventos anuales.

BRUSQUE dista 40 minutos de Blumenau y 4 horas y media en ómnibus desde Curitiba. Es una ciudad mediana, de gran influencia germana e italiana y con un poco más de 100 mil habitantes, según información oficial del IBGE. Está rodeada por pequeños morros y montañas, llenos de abundante vegetación. Su gente es cordial, educada, receptiva.

El costo de vida es alto y el nivel cultural aún más. Todo el mundo trabaja, es muy poco el desempleo, no se observan manifestaciones de pobreza y menos de miseria humana. Su gente es muy trabajadora; todo el mundo tiene su propia casa, aunque modesta, y son muy pocas las personas que viven en habitaciones alquiladas.

No hay invasión de tierras y tampoco hay agrupamientos humanos irregulares: no hay barriadas ni "pueblos jóvenes", como se dice en mi tierra.

BRUSQUE tiene un atractivo especial: es la ciudad de las mallas, de los tejidos con variedad, calidad y costo de fábrica: baratos.  Entrar en las muchas tiendas concentradas en el barrio de las mallas es un verdadero deslumbramiento a los ojos.  Vitrinas llenas de muestras multicolores, pasadizos adornados y con pequeños carteles indicando los precios de cada pieza , de cada vestido, de las carteras, de todas las prendas de vestir.

En los alrededores están todos los días de la semana, y sobre todo los sábados, domingos y feriados, los ómnibus de toda color y procedencia, estacionados, esperando a sus ocupantes de todas partes del Brasil y de los países vecinos como Argentina, Uruguay, Paraguay y otros.

Sus avenidas, plazas, parques  y calles son acogedores y huelen a mucha higiene, organización y belleza natural. Cuando levantamos los ojos a nuestro alrededor, contemplamos jubilosos las elevaciones terrenas llenas de verde vegetación y de cielo azul en el fondo. Su catedral es imponente, está ubicada en lo alto de una saliente de la ciudad y cuando llegamos a lo alto de ella por sus casi centenar de gradas, nuestros ojos se recrean con la vista de la ciudad y nuestro espíritu se embeleza cuando trasponemos el inmenso portón sagrado y contemplamos emocionados el altar central, ladeado por hermosos vitrales.

La feria de FENARRECO.  La feria del MARRECO, plato típico de Brusque, delicia del paladar germano, matizado siempre con el chope o cerveza alemana:es la Feria Nacional del Marreco.

El marreco es una ave, semejante al pato, cuya carne es sabrosa y es el deleite de los alemanes de esta región brasileña.  Lo sirven asado y junto con el chucrute y el repollo morado. Lo probé, me gustó y terminé el suculento plato, solamente con la ayuda de mi acompañante.

Entonces, el festival del MARRECO de Brusque es la fiesta anual que festeja la municipalidad (prefeitura) de la ciudad, con el auspicio de la empresa Brahma Chopp.

El día inaugural del 24avo.FENARRECO fue el día 7 de octubre y su clausura tuvo lugar el domingo 18.

Todo el pueblo y los muchos turistas se agolparon a lo largo de la avenida principal para contemplar jubilosos el gran desfile de inauguración.  Presididos por el carro alegórico de la reina JANARA GIRARGI, los participantes iniciaron el desplazamiento a las 6 de la tarde. Carros alegóricos, grupos de danza con sus vestimentas típicas, bandas de músicos y la Orquesta de Acordeones de Brusque, hicieron el deleite de los más de 22 mil personas que se movían al compás de las hermosas tonadas germanas.

La cerveza se hizo presente en barriles llevados por triciclos y otros vehículos adornados de vistosos implemtos. Los que iban en ellos, invitaban al pueblo, simbólicamente, a saborear en robustos vasos, el chope que les agrada mucho.

Los asistentes al desfile y los municipios cercanos elogiaron el evento de inauguración y celebraron entusiasmados la integración que da lugar ésta y otras fiestas regionales.

Los otros días y noches de Fenarreco fueron muy concurridos y todos se concentraron en el Centro de Eventos "María Celina", en el centro de la ciudad. Sus bandas y grupos folklóricos de danzas, bailes y presentaciones diversas fueron motivo de elogios de todos los asistentes. El marreco era el plato principal y la cerveza, la bebida única de las noches alegres de Brusque.

Se calcula que 150 mil personas se hicieron presentes en los 11 días de festejos. Dentro de esa multitud debo contarme yo.

NUESTRO COMENTARIO FINAL.  Creo que estas fiestas populares hacen mucho bien a las personas. Se vive momentos de placidez, de interacción humana, se contagia del alma popular de las ciudades y pueblos del mundo.

La gente de esos lugares muestran su alma humana, su calidad de espíritu y su verdadera idiosincracia. Durante las fiestas en general, y de las celebraciones populares en especial, los hombres, mujeres y niños se muestran más auténticos, más humanos, más verdaderos.

Y quien no siendo del lugar, participa de estas celebraciones, se enriquece notablemente y aumenta su bagaje cultural y humano, para transmitir después a sus amigos y parientes, la experiencias vividas en lugares tan agradables y llenos de fraterna amistad.

Éste fue mi caso y éste es mi propósito de escribir esta página para ti, querido lector, a fin de que conozcas un poco a estos pueblos del sur del Brasil y tengas una idea de cómo celebran sus fiestas anuales las ciudades de BLUMENAU y BRUSQUE, en el estado de SANTA CATARINA, en la parte sur de este país inmenso. 

Observa, en seguida, algunas imágenes de ambas ferias:

 

     

El autor, danzando  en las pistas de OKTOBERFEST- Reina y

                         damas de FENARRECO

  

Marreco, plato típico de BRUSQUE- La

          multitud en OCTOBERFEST

 ]

El autor en la entrada de OCTOBERFEST - Lindas jóvenes ale-

              manas que presidieron la famosa feria

 Sumándome a la alegría de los amigos alemanes en una de

                       las plazas céntricas de BRUSQUE

Yo no tengo nada de alemán, pero me gustaron ambas fiestas.  Yo tengo sangre de árabe, de español y de inca; por mis venas corren la sangre de esas tres grandes culturas.

Toda mi secundaria estudié bajo la dirección de un gran maestro aleman, el doctor KARL WEISS. Y los que saboreamos la disciplina germana, podemos comprender muy bien, cómo vale en la vida el orden, la puntualidad, la disciplina, el orden. Y algo más, el trabajo incesante y renovador.

Alguna amiga me dijo que el mayor "defecto" de los alemanes es el trabjo.  Y creo que así debe ser, porque ahora que he conocido más personas de origen germano, he comprobado que realmente esta amiga tiene razón.

Hasta la próxima semana, amigos.

 

 

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 10h53
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06.10.2009


En Español      HA MUERTO MERCEDES SOSA

Una de las cantantes más famosas y queridas de América ha muerto: MERCEDES SOSA.

Dejó de existir el día 4 de este mes, a los 74 años, víctima de problemas renales.

Hija de padres trabajadores de Tucumán, Argentina, nació el 9 de julio de l.935 y desde muy joven se dedicó al canto y su simpatía por las causas de los humildes de su patria, hizo que abrazara desde temprano su inclinación por los movimientos de izquierda.

En Argentina y fuera de ella, su voz se empezó a escucharse como una voz de protesta contra los regímenes dictatoriales de los años 60,70 y 80, motivo por el cual fue perseguida y obligada a exiliarse en Europa durante el gobierno dictatorial del general Videla.

Para entonces, ya era conocida en América y en Europa y sus canciones se escuchaban por doquiera, como símbolo de libertad, de los derechos humanos y de de la lucha contra la opresión de los pueblos de América y del mundo.

Su voz se ha convertido en una leyenda en América Latina. Y su patria ahora la llora como una de sus más genuinas representantes de la canción de protesta, del abrazo cariñoso a los desposeídos, de la integración latinoamericana a través del canto.

Su versión de "GRACIAS A LA VIDA", de otra artista latinoamericana, la chilena Violeta Parra, se tornó un himno para las izquierdas de todo el mundo.

Fue miembro del Partido Comunista, pero solamente se dedicó al cantao y a sus cruzadas en favor de los pobres. Su poderosa voz se dejó escuchar en los lugares más humildes como en los grandes escenarios del mundo.

Cuando cantó en el famoso teatro Carnegie Hill de Nueva York, fue aplaudida de pie durante 10 minutos, y cuando fue entrevistada en 2001, dijo en una entrevista:

           "No soy joven ni bonita,

         pero tengo mi voz, y es el alma

         que me sale cuando canto..."

Su último álbum de canciones AUTORA (vol. I y II), en colaboración con Shakira, Caetano Veloso, Juan Manuel Serrat y Jorge Drexler fue uno de los más vendidos del año y ganó varias nominaciones para los Grammys latinos.

Recibió varios galardones en su fructífera vida por su lucha en favor de los derechos humanos, incluyendo uno de la UNESCO, en reconocimiento de su lucha en favor de los pobres del mundo entero.

Antes de morir  tuvo la gran satisfacción de saber que las nuevas generaciones acogían con cariño y gratitud sus canciones, y la acompañaban cuando sus versos eran lanzados al viento en su voz tierna y al mismo tiempo poderosa y vibrante.

NUESTRO HOMENAJE.  Toda figura humana que lucha y se entrega mientras vive, a causas nobles y generosas, merece nuestra admiración y homenaje.

Mercedes Sosa lo merece doblemente:  primero, por ser una artista famosa de Latinoamérica, nuestra región continental; y segundo, porque como una alma femenina, entregó su vida y su arte en favor de los desposeídos del mundo.

Los espíritus nobles que mientras viven en la tierra, se entregan a causas nobles, no van a morir munca; permanecerán en el corazón y en el recuerdo de las generaciones actuales y de las que vayan llegando a esta bendita tierra.

!DESCANSA EN PAZ, MERCEDES SOSA!

             ________________

En su homenaje, voy a trancribir aquella canción que ella cantaba mucho y que habla en alta voz el pensamiento de la poetisa chilena Violeta Parra:

                 GRACIAS A LA VIDA

Gracias a la vida que me ha dado tanto:

me dio dos luceros que cuando los abro

perfecto distingo lo negro del blanco,

y en el alto cielo su fondo estrellado

y en las multitudes el hombre

que yo amo.

Gracias a la vida que me ha dado tanto:

me ha dado el oídoque en todo su ancho

graga noche y día grillos y canarios,

martillos, turbinas, ladridos, chubascos,

y la voz tan tierna de mi bienamado.

Gracias a la vida que me ha dado tanto:

me ha dado el sonido y el abecedario,

con él las palabras que pienso y declaro:

madre, amigo, hermano

y luz alumbrando la ruta del alma,

del que estoy amando.

Gracias a la vida que me ha dado tanto:

me ha dado la marcha

de mis pies cansados,

con ellos anduve ciudades y charcos,

playas y desiertos, montañas y llanos,

y la casa tuya, tu calle y tu patio.

Gracias a la vida que me ha dado tanto:

me dio el corazón que agita su marco

cuando miro el fruto del cerebro humano

cuando miro el bueno tan lejos del malo,

cuando miro el fondo de tus ojos claros.

Gracias a la vida que me ha dado tanto:

me ha dado la risa y me ha dado el llanto

así yo distingo dicha de quebranto,

los dos materiales que forman mi canto

y el canto de ustedes

que es el mismo canto,

y el canto de todos

que es mi propio canto.

Gracias a la vida...

   

Mercedes Sosa-Violeta Parra-P.Neruda

               ______________

Y como estamos hablando de artistas latinoamericanos, voy a aprovechar para incluir en este espacio, un hermoso poema del querido poeta chileno PABLO NERUDA.

                  POEMA 15

Me gustas cuando callas porque estás como ausente,/

y me oyes desde lejos, y mi voz no te toca.

Parece que los ojos se te hubieran volado/ y parece

que un beso te cerrara la boca.

Como todas las cosas están llenas de mi alma,/ emerges

de las cosas, llena del alma mía.

Mariposa de sueño, te pareces a mi alma,/

y te pareces a la palabra melancolía.

Me gustas cuando callas porque estás como ausente,/

y estás quejándote, mariposa en arrullo,

y me oyes desde lejos, mi voz no te alcanza/ Déjame

que te hable también con tu silencio,/claro como una lámpara,

simple como un anillo./

No voy a interrumpirte para que calles mucho,/

y todo sea mío, tu silencio sencillo.

Me gustas cuando callas porque estás como ausente,

distante y dolorosa como si hubieras muerto./

Una palabra, entonces, una sonrisa bastan.?

Y estoy alegre,  alegre de que no sea cierto.

               _________________

UNA HISTORIA MUY HERMOSA.  Meu amigo e autor de vários livros, o professor universitário Geraldo PEÇANHA DE ALMEIDA, teve a gentileza de me dedicar um deles com o título de "E quando os filhos não podem ser aquilo que os pais sonharam?

No capítulo "O menino que fez o sino para o céu", o autor conta uma história interessante que eu quero resumir aqui:

         Era um homem numa aldéia, fabricante de sinos, muito bem conceituado e querido por todas as vizinhanças.  Fazia os sinos mais sonoros e perfeitos que todas as comunidades da redondeça pediam a ele para fabricar os sinos que necesitavam para os campanários de suas igrejas.  Mas, este homem nao aceitava que nem sequer seu próprio filho se acercasse a ele quando estaba preparando os sinos.

    Ele colocava em prática toda sua destreza e sua criatividade para fazer os sinos mais perfeitos e sonoros que sua inteligéncia e experiência le aconselhavam.

    O tempo passou e este homem tam querido morreo.  Todo o mundo lamentou esta perda e, sobretudo, as autoridades locais de cada comarca, junto com os padres e sacerdotes que ministravam sua obra evangelizadora em cada lugar.

   Un dia domingo, vários vizinhos do lugar e de outras partes da regiâo, estavam conversando y lamentando em roda de amigos de não ter agora quem faria seus sinos agora.  O filho de aquele homem que fabricava sinos estava perto e escutou os lamentos de aqueles contertúlios.

   Se aproximou a eles e lhes falou desta maneira:

  - Senhores, não será que eu posso fazer os sinos que voces vão a necesitar?

Os vizinhos, ficaram surpressos no començo e, pouco a pouco ia aumentando seu interesse.

   - Como voce podería fabricar os sinos se teu pai não gostava que nem sequer que você se acercasse a ele quando estava fabricando seus sinos?

   - Podem confiar em mim, senhores.  Eu posso fabricar os sinos que voces necessitam!

 Convencidos todos, aceitaram a oferta e compraram todos os materiais que o moço necessitava.

O jovem començou sua tarefa com muita dedicação, dia tras dia.  E quando seu cérebro iluminado havía fabricado um sino tam perfeito e sonoro, avissou a seus clientes que o primeiro sino estava pronto.

De imediato colocaram este singular sino no campanário da igreja e todos os povoadores das diferentes comarcas acudiram ao lugar, como se fosse uma grande festa, para escutar os sons e redobles do singular sino.  Quando escutaram as notas vibrantes do sino do campanârio, todo o mundo, cheio de júbilo, davam graças a Deus porque tinham de novo a outro construtor de sinos, herdeiro de aquele grande homem que lembravam com muito carinho e com muita gratidâo.

Esta história nos deixa duas leções:  1. que nossos filhos, em muitos casos, seguem os pasos de seus pais e, ainda, podem superar-los; 2. que todo esforço que possamos fazer para servir a nossos semelhantes, vale muito na vida.

Una elección que nos alegra.- Todos los latinoamericanos estamos de plácemes, pues hace tres días, RÍO, fue elegida por el Comité Olímpico Internacional como la sede de las Olimpíadas de 2.016.

La CIDADE MARAVILHOSA y todo Brasil están de fiesta.  Y estamos también todos los países de Amércia, comenzando con Canadá y terminando con Uruguay y Argentina; de Norte a Sur del continente.

Fue una lucha larga y ardua para lograr que esta elección culminara escogiendo a Río como sede de este evento mundial.  El Carnaval carioca fue adelantado y todos a las calles y a las playas de arena blanca y caliente, a celebrar esta elección memorable.

Nosotros nos sumamos a este júbilo y, si Dios nos presta vida, acudiremos para presenciar algunos días de celebración.  Y, en todo caso, seguiremos de cerca por la TV, las competiciones de cada deporte por los participantes de todos los países del mundo.

!FELICITACIONES, RÍO, LA CIDADE MARAMILLOSA!

Esto es todo por hoy,amigos.  Será hasta de aquí a dos semanas, por motivo de viaje.  Buena suerte.  Abrazos._____________

 

 

 

               

 

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 11h16
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29.09.2009


En Español            LITERATURA UNIVERSAL VI

                             OBRAS CLÁSICAS

Es un placer estar de nuevo contigo, estimado lector.  Te felicito porque veo que estás interesado en actualizar tus conocimientos sobre literatura universal y, de esa manera, aumentar tu cultura humanística o especializada.

La CULTURA en una persona es sinónimo de afinidad por todos los conocimientos humanos que podemos atesorar en el transcurso de la vida. Ser culto es un privilegio que se alcanza en forma lenta y progresiva a través del tiempo.  Saber algo de historia, medicina, derecho, religión, medio ambiente, geografía, física, química, turismo, medios de comunicación, filosofía, sociología, lenguas  modernas,deportes, etc., etc., representan grandes opciones para que una persona logre un nivel de cultura que le ofrece muchas opciones en la vida.

Conversar sobre diversos temas en cualquier medio o en cualquier reunión con familia, con amigos o circunstancialmente, representa una garanía de que estamos mostrando competencia y desenvolvimiento digno de una persona culta.

La Cultura se logra a través de la experiencia diaria, de la lectura constante, de la alternancia con personas de nivel intelectural, de frecuentar espectáculos postivivos diversos, de viajar por el mundo.

Volveremos a conversar sobre este tema interesante. 

En nuestra página de hoy, vamos a divertirnos mucho con un hermoso cuento de los hermanos GRIMM.  Se acuerdan de ellos?  Pues aquí van algunas breves referencias .

"JACOB GRIMM (1.785-1.863), filólogo y escritor alemán. Toda su vida se dedicó a la filología alemana, pero se hizo popular a través de los Cuentos infantiles, escritos en colaboración con su hermano Wilhelm.". Dicc. Nakal, II tomo.

El cuento escogido para ti se titula:

               

                     EL VIOLÍN MÁGICO

   Había una vez un viejo usurero (agiota), muy rico y muy avaro, y, según se susurraba (comentaba), algo ladrón.  Tenía un criado honrado y trabajador como ninguno, que se llamaba Martín.

   Todas las mañanas, el buen muchacho se levantaba el primero y por la noche era el último en acostarse.  Al mismo tiempo se le veía siempre alegre y regocijado.  Al terminar el primer año de su servicio, su amo, con el cual no había convenido salario alguno, no le dio ningún mísero ochavo (dinero), pensando que, no teniendo dinero, Martín no podría marcharse de su lado.

   Martín no dijo una palabra y no dejó por eso de trabajar como siempre.

   Al final del segundo año, tampoco le pagó su amo salario alguno, y también Martín se calló.

   Al cabo del tercer año, el amo, movido por un impulso generoso, echó mano al bolsillo para recompensar a su fiel criado; pero la avaricia le detuvo y sacó del bolsillo las manos vacías.

   Martín le dijo entonces:

- Mi amo, os he servido durante tres años lo mejor que he podido: ahora quisiera correr algo de mundo y para eso necesito dinero.  Será usted tan bueno que quisiera pagarme lo que me debe?

- Es verdad que estoy muy contento de ti - exclamó el avaro- y voy a recompensarte dignamente.  Toma estos tres ochavos nuevecitos, uno por cada año que me has servido.

   Martín, que siempre se contentaba con todo y que además no sabía el valor de la moneda, creyó que se llevaba un tesoro para poder vivir sin trabajar durante algún tiempo, así es que, despidiéndose de su amo, se fue por montes y valles, saltando y cantando más alegre que un jilguero (pájaro cantor).

   Al pasar por las inmediaciones de una espesura vio salir a un enanillo (anãozinho) anciano y muy encorvado, que le gritó:

- !Eh, alegre joven, parece que no tienes muchos cuidados!

- !Y por qué he de estar triste? - contestó (respondió) Martín.  Tengo en mi bolsillo el salario de tres años de servicio.

- Y a cuánto sube tu tesoro?

- Tengo tres hermosos ochavos nuevecitos que suenan como el oro cuando me golpeo el bolsillo (bolso).

- Oye - dijo el enano - dámelos.  Yo soy un pobre viejo que no puedo trabajar.  Tú, en cambio, eres joven y vigoroso y puedes ganar fácilmente para comer.

   Martín tenía buen corazón, se apiadó del enano y le dio los tres ochavos.

- Por haber sido tan caritativo conmigo - dijo el anciano - te autorizo a que pidas tres cosas, una por cada ochavo, y serán cumplidas sin falta.

- Eso no pasa más que en los cuentos de hadas, pero yo te pondré a prueba.  Quiero una flecha que le dé a todo aquello que apunte y un violín que haga bailar a todo aquel que lo escuche; por último, quiero que todos se obliguen a concederme la primera cosa que yo les pida.

- Bien modesto has sido en tu petición - dijo el enano, y sacó del pecho una cerbatana (zeta, flecha) y un hermoso violín.

- Toma, le dijo, dándole estos objetos. Sábete que de hoy en adelante, nadie podrá negarte la primera petición que hagas.

   Martín, cantando alegremente, continuó su camino.

   Poco tiempo después se encontró con su antiguo amo, el cual se había detenido y escuchaba el canto de un ruiseñor (rouxinol) que estaba encaramado (sentado) en un árbol.

- !Esto es milagroso! - exclamó el avaro. Parece mentira que un animal tan chico tenga una voz tan fuerte. !Con qué gusto lo tendría yo en la jaula!

- Yo puedo complaceros - respondió Martín -, y apuntando con su cerbatana, le dio, haciéndole caer atontado sobre la maleza.

- Andad, dijo Martín, coged el pájaro.

   El viejo se metió en las zarzas, abriéndose camino con dificultad.

   De pronto, Martín quizo divertirse y comenzó a tocar su violín.

   En el acto, el avaro se puso a saltar y a brincar, enganchándose en las zarzas y dejándose en ellas la barba y los vestidos, amén (además) de un sinnúmero de arañazos en la cara.

- !Ay, ay, ay! - gritaba. !Calla ese maldito violín!  Es esto un salón de baile?

   Pero Martín no cesaba de tocar, mientras decía:

- !Infame usurero, has despellejado (explorado) a tanta gente en tu vida, que no estará demás que te despellejes tú hoy!

   Y se puso a tocar cada vez más aprisa.

   El viejo, obligado a seguir el compás, daba saltos y piruetas, desollándose (lastimándose) la cara y haciéndose jirones (pedaços) el traje (vestido).

   De pronto exclamó:

- !Para, por el amor de Dios, y te daré una bolsa llena de oro que tengo en el bolsillo!

- !Dicho y hecho! - exclamó Martín, mientras guardaba el instrumento. Pero, en honor a la verdad, debo decirte que eres un bailarín de primera fuerza.

   Después, tomando la bolsa que el avaro le arrojó con gran sentimiento suyo, siguió su camino cantando alegremente.

   En cuanto se había perdido de vista, el viejo, dejando libre curso a su furor, gritó:

- !Miserable músico!, que para que valgas seis ochavos tienes que ponértelos en la boca, espera, que me pagarás lo que me has hecho sufrir!

   Después, echó a correr por atajos (atalhos), con el objeto de llegar a una ciudad inmediata, antes que Martín.

   Una vez allí, corrió a casa del juez, se puso de rodillas ante él y exclamó:

- !Justicia, señor Magistrado, justicia!  Acabo de ser maltratado y robado en el camino por un facineroso (ladrón). !Vea usted mis vestidos hecho jirones y mi cara y mis manos llenas de sangre! Me ha quitado a viva fuerza una bolsa llena de monedas de oro que representaba los ahorros de toda mi vida! !Por Dios, señor juez, haga usted que se me devuelva lo mío, o tendré que morirme de hambre!

 

- Te ha puesto así con un sable (arma)? - preguntó el juez.

- No; me ha cogido y me ha arañado con sus uñas.  El ladrón es joven y lleva una cerbatana y un violín. Con estas señas será fácil reconocerle.

   El juez envió inmediatamente sus alguaciles a las puertas de la ciudad, y bien pronto encontraron a Martín, que tranquilamente iba a entrar en ella.

   Se le prendió y codujo ante el tribunal donde se encontraba el avaro, que repitió su acusación.

- Yo no he tocado a este hombre - respondió Martín-, ni le he quitado su bolsa por la fuerza; al contrario, me ha ofrecido voluntariamente para que cesara (parasse) de tocar mi violín, cuyas notas le crispaban (alteravam) los nervios.

- !Mientes como un bellaco! - exclamó el viejo.

- El juicio ha terminado, dijo el juez.  Jamás se ha visto a un avaro dar un ochavo sólo por oír una música mala.  Señor Martín, usted ha robado en un camino real y va usted a ser ahorcado en el acto.

   El verdugo se apoderó del muchacho y lo llevó a la horca.

   Toda la ciudad estaba reunida en la plaza para presenciar la ejecución.

   Delante de todos estaba el avaro que enseñaba el puño a Martín, exclamando:

- !Ladronazo, ahora vas a ser recompensado según tus obras!

   Martín, que estaba muy sereno, subió por su pie la escalera de la horca, y al llegar a lo alto se volvió hacia el juez, que había ido a presenciar la ejecución y le dijo:

- Antes de que muera, queréis concederme un favor?

- Concedido, respondió el magistrado, siempre que no me pidas que te perdone.

- No pido tanto:  sólo quiero tocar una piececilla en mi violín.

   Al oír estas palabras, el avaro lanzó un grito de espanto y dijo:

- !Señor juez, en nombre del cielo, no se lo permitáis!

- Y por qué, dijo el juez, no he de darle esta pequeña satisfacción? !Que le traigan su violín!

- !Ay de mí!, exclamó el viejo, tratando de marcharse, pero sin conseguirlo a causa de la muchedumbre.

- Te daré una moneda de oro - dijo al ayudante del verdugo - si me atas (amarras) las piernas contra la horca.

   Pero en aquel momento, Martín empezó su tocata y el juez, el escribano y todos los asistentes, icluso el avaro, se sintieron estremecer, con unas ganas de bailar feroces; al segundo golpe de arco todos levantaron las piernas, y el verdugo bajó apresuradamente la escalera y se colocó en postura de baile.

   Martín empezó, entonces, a tocar que se las pelaba (con todo gusto) y todo el mundo a hacer cabriolas (movimientos divertidos).  El juez y el avaro estaban delante y saltaban como cabritillos (cabritos).

   Jóvenes y viejos, gordos y delgados, todos bailaban que era un contento; y hasta los perros (cachorros), de pie sobre sus patas traseras, eran de la partida. Martín aceleró el compás y entonces, la muchedumbre se hizo pedazos bailando; parecían locos; se daban porrazos (golpes fuertes) y se pisaban y todos lanzaban alaridos (gritos) de dolor.

   El juez, con la lengua fuera por la fatiga, gritó:

- !Te perdono la vida, pero calla ese violín infernal!

   Martín, encontrando la broma (piada) un tanto pesada, guardó su violín, bajó la escalera y se colocó junto al suelo para cobrar aliento.

- !Bandido!, exclamó. !Ahora vas a confesar dónde has cogido la bolsa llena de dinero que me diste esta mañana!  !Y no mientas, porque cojo (pego) otra vez mi violín y toco un galope que te parto!

- !La he robado! !La he robado!, respondió el viejo, lleno de espanto.

   El juez volvió a entrar en funciones y el avaro fue ahorcado inmediatamente. Martín continuó su camino, y aún le sucedieron una porción de aventuras; pero como no se han escrito, se ha perdido su recuerdo, lo mismo que su violín.

    

 

 

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 10h38
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14.09.2009


En Español                    "POESÍA ERES TÚ...

- Qué es poesía? , dices,

mientras clavas en mi pupila

tu pupila azul...

Qué es poesía?  Y tú me lo preguntas?

- Poesía... !Eres tú!

                 Gustavo Adolfo Bécquer

Nuesta página de hoy va a ofrecer a mis lectores, hermosos poemas románticos y sentimentales, de varios autores.  Es una forma de matizar los temas que venimos publicando .  Espero que  les guste, amigos lectores.

Como ya dijimos en una oportunidad anterior, BÉCQUER es el más alto representante del Romanticismo en España.

De él, vamos a transcribir, en seguida, algunos poemas

                    RIMA LXXIX

Podrá nublarse el sol eternamente;

podrá secarse en un instante el mar;

podrá romperse el eje de la tierra

como un débil cristal.

!Todo sucederá!

Podrá la muerte cubrirme

con su fúnebre crespón;

pero jamás en mí podrá apagarse

la llama de tu amor.

          RIMA LXXXII

No has sentido en la noche

cuando reina la sombra,

una voz apagada que canta

y una inmensa tristeza que llora?

No sntiste en tu oído de virgen

las silentes y trágicas notas

que mis dedos de muerte arrancaban

a la lira rota?

No sentiste una lágrima mía

deslizarse en tu boca?

Ni sentiste mi mano de nieve

estrechar a la tuya de rosa?

No viste entre sueños

por el aire vagar una sombra,

ni sintieron tus labios un beso

que estalló misterioso en la alcoba?

Pues yo juro por ti, vida mía,

que te vi entre mis brazos, miedosa,

que sentí tu aliento de jazmín y de nardo,

y tu boca pegada a mi boca.

                 Rima XXX

Asomaba a sus ojos una lágrima

y a mi labio una frase de perdón;

habló el orgullo y se enjugó su llanto,

y la frase en mis labios expiró.

Yo voy por un camino; ella, por otro,

pero al pensar en nuestro mutuo amor,

yo digo aún:  por qué callé aquel día?

y ella dirá:  por qué no lloré yo?

Gustavo Adolfo BÉCQUER , nació en 1.836 y murió en 1.870, a los 34 años, en Sevilla, España.  Dos obras de él son famosas:  RIMAS, en verso, y LEYENDAS, en prosa. 

Del gran poeta mexicano AMADO NERVO, transcribimos este lindo poema:

             EL DÍA QUE ME QUIERAS

El día que me quieras tendrá más luz

que junio; la noche que me quieras

será de plenilunio;

con notas de Beethoven

vibrando en cada rayo

sus inefables cosas;

y habrá juntas más rosas

que en todo el mes de mayo.

Las fuentes cristalina

irán por las laderas,

saltando cantarinas

el día que me quieras.

El día que me quieras,

los sotos escondidos,

resonarán arpegios

nunca jamás oídos;´

éxtasis en tus ojos

todas las primaveras

que hubo y habrá en el mundo

serán cuando me quieras.

Cogidas de la mano

cual rubias hermanitas,

luciendo galas cándidas,

irán las margaritas

por montes y praderas,

delante de tus pasos

el día que me quieras;

y si deshojas una

te dirá su inocente

postrer pétalo blanco

!Apasionadamente!.

Al eventar el alva

del día que me quieras,

tendrán todos los tréboles

cuatro hojas agoreras;

y en el estanque,

nido de gérmenes ignotos,

florecerán las místicas

corolas de los lotos.

El día que me quieras será cada celaje

ala maravillosa, cada arrebol miraje

de "Las mil y una noches",

cada brisa un cantar,

cada árbol una lira,

cada monte un altar.

El día que me quieras,

para nosotros dos,

cabrá en un solo beso

la beatitud de Dios.

AMADO NERVO, mexicano, fue poeta y escritor.  Entre sus obras mencionamos: SERENIDAD, ELEVACIÓN, LAS FLORES DEL CAMINO, POEMAS, JARDINES INTERIORES.  Y una preciosa novela corta: LA AMADA INMÓVIL.

  

   G.A.Bécquer-  Amado Nervo

 

POESÍA BRASILEIRA.  E agora, vamos aos poetas brasileiros. 

Carlos DRUMOND DE ANDRADE é um grande e querido poeta do Brasil.  Quando morei em Belo Horizonte, MG, meus alunos me deram de presente um livro de poemas desde grande lírico itabirense.  Dele, vou a copiar alguns versos que vâo a emocionarmos.

                 INFÂNCIA

Mi padre montaba a caballo

y se iba al campo.  Mi madre

quedaba sentada cosiendo.

Mi hermano pequeño dormía...

yo solo, niño, entre mangales

leía la historia de Robinson Crusoe,

historia tan larga 

que no terminaba nunca.

Al mediodía, blanco de luz, una voz

que aprendió a arrullar

en choza de esclava - y nunca se olvidó-

llamaba para el café;

café negro como la negra vieja,

café esclavo, café bueno.

Mi madre quedaba sentada cosiendo

y miraba hacia mí y decía:

!Ei...! !No despiertes al niño!

Miraba a la cuna

donde había un mosquito,

y daba un suspiro, muy hondo, profundo!

Allá lejos, mi padre, a caballo,

recorría los campos sin fin de la hacienda.

Y yo no sabía que mi propia historia

era más hermosa que la de R. Crusoe.

De VINICIUS DE MORAES, transcribimos su lindo poema:

             LA MUJER QUE PASA

!Oh, Dios mío, cómo me gusta

esa mujer que pasa!

Su dorso es un campo de lirios,

siete colores hay en sus cabellos,

siete esperanzas en su boca fresca.

!Oh, cómo es tan linda esa mujer que pasa

que me sacia y me tortura,

en mis noches y en mis días!

Sus sentimientos son poesía;

sus sufrimientos, melancolía;

sus vellos tersos con como hierba

fresca y sedosa;

sus bellos brazos son cisnes mansos,

lejos del ruido del vendaval.

!Oh, Dios mío, cómo me gusta,

esa mujer que pasa!

- Carlos DRUMOND DE ANDRADE, nació en Itabira, Minas Gerais, en l.902 y murió en 1.987. Se dedicó al periodismo y a la poesía. "Confissões de Minas", "Sentimento do mundo", "A vida passada a limpo", "Amar se aprende amando", "Fala Amendoeira", son algunos de sus libros bien conocidos.

-VINICIUS DE MORAES es un poeta de Río de Janeiro . Nació en 1.913 y dejó de existir en su propia ciudad de Río, en 1.980. Entre sus obras bien conocidas citamos:  "O amor dos homens", "Pátria minha", "Pobre menina rica", "O caminho para a distância".

   

C.D de Andrade- V.de Moraes

Es todo por hoy. Hasta la próxima, amigos.

 

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 11h14
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09.09.2009


En Español         LITERATURA UNIVERSAL V

                                      OBRAS CLÁSICAS

Una de los autores más conocidos en el mundo es  FEDOR DOSTOIEVSKI, por sus dos grandes obras "CRIMEN Y CASTIGO" y  "LOS HERMANOS KARAMAZOV".

Escritor ruso, nacido en 1.821 y muerto en 1.881. Lector incansable, de infancia y juventud dramátcas. Sufrió prisión por la policía rusa, fue indultado de la condena a muerte que decreteron contra él.  Además de las anteriores, escribió "El jugador" y otras.

PERSONAJES.

Rodion Romanovich Raskoinikov, asesino de Ivanova;

Alena Ivanova, veja usurera;

Isabel, hermana de Ivanova;

Advotia Dunia Romanova, hermana de Rodion;

Sonia Marmeladova, mujer prostituta.

ARGUMENTO.

"Raskoinikov, el primer asesino de Dostoievsky y estudiante de Derecho, armado con una hacha y sus ideas, asesina a una veja usurera, un "piojo nútil y dañino", y a su aterrorizada hermana.

Para él, la vieja usurera Alena IVANOVA ha extorsionado, ha puesto en pública subasta el hambre y el frío de los demás.  Con conocimiento de que la vieja se encuentra sola en su casa, Rodion acude en su busca, y con el pretexto de solicitarle un préstamo, se introduce en la casa.  Con un hacha mata a Ivanova, pero al volverse encuentra frente a él, como único testigo de su asesinato a Isabel, la hermana de la vieja, que ha entrado y ha quedado muda al contemplar la sangre; Rodión asesta cuatro hachazos sobre su cabeza y tras apoderarse de unas alhajas que se hallaban en un cofre, trata de huir de la escena del crimen.

Unos visitantes llaman a la puerta, y el criminal contiene hasta el paso de la sangre por sus venas; mientras buscan al portero para comunicarle sus sospechas de que en casa de la usurera ocurre algo anormal. 

Raskoinikov logra huir sin ser visto.  Bajo una piedra del patio de una casa queda depositado el tesoro.  Èl se esconde en un tabuco a solas consigo mismo, con su cruel pensamiento que lo hace vivir una pesadilla cotidiana.

La hermana de Rodion, Advotia Dunia Romanova, iba a contraer matrimonio por interés, sin amar a su compañero, con el solo objeto de ayudarle en sus estudios; éste y el hecho de que Alena Ivanova representa un punto más en la escala de los que humillan, con su repugnante negocio de usura, son los factores que deciden la muerte de la vieja.

El juez encargado de la causa sabe que se trata de Rodion, pero le deja acudir a los tribunales por su propio impuso.  El factor determinante de su confesión, no es el temor, sino una mujer, Sonia Marmeladova, una prostituta, hija de un borracho imbécil y embrutecido llamado Marmeladov.  Sonia le acompañará a Siberia, donde tratarán de vivir pese a la herida.   Conjuntamente a estas dos figuras, hay elementos dramáticos que determinan su comportamiento.  Advotia, que es asediada por el adinerado Ludzin, está dispuesta a soportarle durante toda la vida para poder ayudar a su hermano.

Libre de éste aparece Svidriagailov, de cuyos hijos es institutriz.  Para amarla, ha asesinado  a su mujer y ahora le persigue.  Cierta noche, ambos se encuentran en casa de Svidriagailov.  La muchacha se defiende con un revólver y el hombre, tomando conciencia en un momento de la profundidad de su abyección, le quita el arma y colocándola en su sien, se dispara.

También trágico resulta el problema de Marmeladov, el padre de Sonia.  Es una figura brutal, típica de la pasividad.  Sabiendo que ha llevado a su mujer y a su hija a la miseria, no puede levantarse de su caída.  Catalina Ivanovna, la madre, tiene momento de incomprensible ternura con su hija, a la que inicia primero a la prostitución y junto a la que, una noche, se acuesta para sollozar por haberla conducido a tal estado y en señal de agradecimiento."

FRAGMENTOS DE LA OBRA.

"Llegó al cuarto.  Ya estaba ante la puerta.  La habitación de al lado continuaba desalquilada y la del piso tercero , bajo el de la vieja, tambíen parecía abandonada, según indicaba la tarjeta de visita que , clavada en la puerta, alguien había roto...!se habían marchado...!  Le faltaba aliento.  Por un instante revoloteó la idea en su cerebro.

- Y si me volviese?

Pero no se movía.  Escuchó.  Un silencio de muerte palpitaba tras la puerta.  Se inclinó luego con ansiedad para recoger cualquier ruido de la escalera.  Se recomendó serenidad y valor, se irguió, obstinado y aun volvió a cerciorarse de que el hacha pendía de su nudo.

- No estaré demasiado pálido?, pensó. No me verá demasiado agitado?  Tan desconfiada como es... Quizá me conviniese aguardar un poco más... hasta que cese el estruendo de mi sangre.

Pero su corazón latió con más violencia que antes, como espantado de verse descubierto.  Sin poder resistir más aquella situación, alargó la mano al cordón de la campana y tiró.  Medio minuto después, volvió a llamar más fuerte.

No contestaban.  Seguir llamando sería inútil y fuera de propósito.  La vieja estaba en casa, sola y recelosa.  Conociéndola un poco, como la conocía, sospechó su procecer en aquellas circunstancias... y aplicó el oído a la puerta. O sus sentidos se habían aguzado de pronto - cosa probable - que era realmente muy claro el ruido que percibía.

Ello es que oyó como si una mano palpase con precaución el cerrojo y el roce de unas sayas contra la madera de la puerta.  Alguien.  Alguien estaba escuchando detrás con gran disimulo, como hacía él, y hasta hubiera dicho que aplicaba el oído a la puerta.

Se apartó un poco y masculló una frase en voz alta, para que no creyeran que se ocultaba.  Luego volvió a llamar, despacito, blandamente, sin impaciencia.  Aquel momento se grabó para siempre con sorprendente viveza en su memoria.  No se explicaba aquella astucia, cuando su mente se nublaba por momentos y apenas sabía donde estaba... Un instante después oyó que el cerrojo se descorría.

Como la otra vez, la puerta se abrió sólo lo suficiente para dejar pasar el brillo de los ojos penetrantes y desconfiados que lo miraban desde las tieniebles.  Raskoinikov perdió la cabeza y al punto estuvo de cometer disparates...

!Buenas tardes!, Ivanova - saludó, tratando de hablar con naturalidad, pero su voz desfalleció y sólo obtuvo frases entrecortadas... !Vengo... traigo algo... pero entremos... aquí no hay luz...! Y se metió en la sala sin esperar que se le invitase.  La vieja le siguió, recobrando al fin el uso de la palabra.

- !Pero, Dios mío!  Qué hace usted?  Qué desea?

- Ya me conoce Ivanova... Soy Raskoinikov... le traigo el objeto que le prometí el otro día...

La vieja echó una mirada rápida al objeto que le alargaban y en seguida hincó sus ojos en aquel individuo que se le metía de pronto en casa.  Su rostro expresaba alarma contenida, malicia y desconfianza y aun creyó descubrir un leve indicio de burla, como si ella adivinase algo...

- Por qué me mira como si ni me conociera?, preguntó con malicia.  Tome esto, si no lo quiere, lo llevaré a otra parte.  Tengo prisa.

No había pensando decir esto, pero le salió con naturalidad; tanto que la mujer se tranquilizó y recobró la confianza, oyendo la voz resuelta del parroquiano.

- Pero por qué tanta prisa, señor mío?... Qué es esto? - preguntó mirando al objeto.

-La pitillera de plata de que le hablé la otra vez.  Acuérdese.

Ella alargó la mano.

- !Qué pálido está usted, caramba... y cómo le tiemblan las manos! Sale del baño o qué le pasa?

- Fiebre - contestó bronco.  No se puede evitar la palidez... cuando no hay nada que comer, añadió, pronunciando con dificultad.

Otra vez sentíase desfallecer, pero había dado una explicación verídica, y la vieja tomó el objeto.

- Qué es esto? - volvió a preguntar, examinando a Raskoinikov detenidamente, mientras sospesaba la prenda.

- Una... una pitillera... es de plata... Mírela!

- No parece que sea de plata...!Qué bien atada!

Tratando de deshacerse los nudos se volvió hacia la ventana, que a pesar del calor estaba cerrada como todas las del piso, y se puso un momento de cara a la luz y de espaldas al joven, que aprovechó la ocasión para desabrocharse el abrigo y sacar la destral del lazo que la sujetaba para sostenerla por encima de la ropa.  Pero toda su flaqueza la sentía en las manos, entorpecidas, rígidas, y temía soltar el hacha dejándola caer.

Le invadió un súbito aturdimiento

- Pero cómo se le ha ocurrido atarlo con tanto enredo? - gruño la vieja, volviéndose impaciente contra él.

No tenía un momento que perder.  Sacó la destral, la levantó con ambas manos y casi sin darse cuenta de lo que hacía, sin esforzarse, como un autómata, la dejó caer por el filo en la cabeza de la anciana.  Diriase que no usó sus propias fuerzss en aquel acto, pero en cuanto cayó el hacha, recobró su energía.

La anciana traía la cabeza descubierta como siempre, con el poco pelo gris y brillante de unturas, recogido hacia atrás en una sola cola de rata  que sujetaba con una peineta rota, de cuerno, que le subía por la nuca.  Como era bajita, recibió el hachazo en pleno cráneo

Lanzó un grito muy débil y se derribó en el suelo como una masa inerte, llevándose las manos a la cabeza, sin dejar de agarrar el objeto.  Volvió él a descargarle uno u otro hachazo en el mismo sitio y al caer el cuerpo se vertió la sangre como un cántaro se vuelca.  Retrocedió él, dejándola caer y se encorvó sobre su rostro:  estaba muerta.  Sus ojos miraban desorbitados; en sus cejas y en todas sus facciones se había cuajado una convulsión que la desfiguraba.

Dejó la destral junto al cadáver y procurando evitar las manchas de sangre, buscó en el bolsillo de la derecha, de donde, en su última visita, había visto que sacaba las llaves.Se hallaba en plena posesión de sus facultades, libre de toda confusión y aturdimiento, aunque sus manos temblaban. Más tarde había de recordar, sorprendido, la serenidad con que procedió, cuidando en todo momento de no mancharse de sangre....Pronto tuvo las llaves, guardadas en un manojo, todas cogidas de una anilla de acero, y con ellas pasó al dormitorio,  cuarto de escasas dimensiones, con un altar cargado de santas imágenes y en frente una cama grande, muy limpia, con colcha muy trabajada de retazos de seda.  Entre la cama y el altar, arrimada a la pared, había una cómoda.  Y cosa rara, en cuanto empezó a probar las llaves y las oyó resonar , le sobrevino un fuerte temblor y estuvo a punto de dejarlo todo para huir.  Pero pasó el desmayo.  Era demasidado tarde para retrocecer.  Aún se sonreía a sí mismo, cuando otra idea tremenda cruzó su mente.  Se le ocurrió que la vieja podía estar viva y recobrar de pronto los sentidos.

Abandonó las llaves en la cómoda y volviendo junto al cadáver, empuño el hacha, levantándola contra la vieja, pero no la descargó, porque no había duda de que estaba muerta. Inclinándose para examinarla más de cerca, vio que tenía el cráneo abierto como una granada.  Quiso comprobarlo, llevando allí un dedo, pero retiró la mano porque el caso era evidente sin aquella prueba.  Se lo decía el charco de sangre que se había formado.  Entonces vio un cordón en el cuello del cadáver.

Probó sacarlo por la cabeza, y como si se  hubiera enredado en algún obstáculo , ofreció resistencia. Impaciente, levantó el hacha para cortar el cordón de un tajo contra la carne, pero no se atrevió y después de muchas dificultades y trabajos, ensuciando las manos y la destral, logró romper el cordón, sin tocar en el cadáver con el arma homicida...

Un ruido de pisadas le llegó de la habitación en que yacía la vieja, dejándolo inmóvil, helado de terror... De pronto oyó claramente un ligero grito, como una exclamación que se ahoga en la garganta, y después, un minuto, dos minutos de silencio, durante los cuales permaneció de rodillas, conteniendo la respiración al lado del cofre.  Y de repente se levantó y salió del dormitorio esgrimiento el arma.

En medio de la sala estaba Lizaveta, con un fardo bajo el brazo, mirando estupefacta, a la asesinada... Viendo que él se le acercaba con el hacha en alto, sus labios se movieron en un gesto de lastimosa compulsión, como los de un niño que tiene miedo y, a punto de romper el llanto... La destral cayó de filo, rajando todo el cráneo de un solo golpe.  La desgraciada cayó pesadamente y Raskoinikov, perdiendo por completo la cabeza, se apoderó del fardo, lo levantó, lo volvió a dejar, sin saber lo que hacía, y corrió a la entrada... Un miedo horrible lo dominó después de este otro e impremeditado asesinato, y ya sólo pensó en huir de aquel lugar lo más pronto posible..."

 

 

 

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 11h06
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01.09.2009


En Español            LITERATURA UNIVERSAL IV

                                            OBRAS CLÁSICAS

Gracias, amigos lectores, por visitar frecuentemente esta página.  La escribo semanalmente para ustedes.  Y creo que, en alguna forma, les estoy refrescando la memoria, para actualizar el contenido y personajes de famosas obras de la literatura universal.

Me gustaría que, al mismo tiempo de recordarlas, hicieran participar a sus familiares y amigos estudiantes de cualquier nivel, de la lectura de estas joyas de la literatura de todos los tiempos, para ampliar su cultura general y/o utilizar este material para sus lecturas en clase o para trabajos solictados por sus profesores.

Esta semana vamos a recordar a otra gran epopeya griega, escrita también por el admirable poeta HOMERO. Se trata de la ILIADA.

Junto con la ODISEA, es atribuída a este gran poeta que vivió en el siglo VIII a.C en Jonia, hoy región de Turquía. Hasta hoy se discuten tres temas referentes a Homero:  1. si, realmente, existió el poeta; 2. si él es el verdadero autor de ambos poemas; 3. si la ILIADA  y la ODISEA fueron escritas por él mismo o por diferentes autores.

La ILÍADA fue escrita también en verso; tiene 15,691 versos, divididos en 24 cantos o rapsodias. Narra los acontecimientos ocurridos durante 51 días del décimo y último año de la guerra de TROYA.

PERSONAJES: Son muchos, pero los que destacan son los siguientes:

- AQUILES, héroe aqueo o griego;

- AGAMENÓN, rey de los griegos;

- MENELAO, héroe griego;

- TELÉMACO, AYAX, HÉCTOR, PRÍAMO, PARIS;

- HELENA y BRISEIDA.

- Dioses:  ZEUS, APOLO, AFRODITA, ATENEA, HERA, ISIS, POSEIDON.

ARGUMENTO.  Declarada la guerra entre aqueos (griegos) y troyanos, se producen enfrentamientos sucesivos en que los dioses del Olimpo intervienen, a favor o en contra de ambos ajércitos.

En una de las sangrientas batallas, los griegos son victoriosos, los troyanos se retiran del escenario de los hechos, dejando tras ellos un gran botín a favor de los griegos y a la hermosa Brisaida en manos del héroe Aquiles, como su esclava.

   

Agamenón - AQUILES - Aquiles y Brisaida 

Hay un desentendimiento entre Aquiles y Agamenón, porque éste lo amenaza con quitarle a Brisaida y así lo hace. Enfurecido Aquiles con la conducta del rey Agamenón, se aleja de los ejércitos griegos y decide no participar más en la guerra.

Mientras tanto, CRISES, padre de Brisaida y sacerdote de Apolo, se embarca en dirección a Agamenón para rogarle por la devolución de su hija y llevándose inmensos tesoros como presente.

Los griegos aceptan la propuesta, pero el rey Agamenón la rehúsa y amenaza a Crises de atentar contra su vida y sus compeñeros, si no se retira de su campamento y se niega a entregar a Brisaida.

Entonces el anciano pide ayuda del dios Apolo y éste causa destrozos en el ejército aqueo durante 9 días, y luego mandará una peste contra el pueblo y el ejército de Agamenón.

El rey convoca al pueblo a una asamblea y para evitar mayores daños a la ciudad, decide devolver a Brisaida.  ULISES, junto con otros griegos, es escogido para cumplir esta misión.

Aquiles, entonces, pide a su madre Tetis que pida al dios Zeus que conceda la victoria a los troyanos en otra batalla, para que Agamenón comprenda la falta que ha cometido. Y él, se retira de la batalla.

   

  Griegos y troyanos: 10 años de guerra

Agamenón es sugerido en sueños por Zeus para que ataque a Troya y en un momento de la batalla, el héroe troyano Paris, increpatado por su hermano Héctor, se enfrenta con Menelao, héroe griego. Quien saliera victorioso, tendría como recompensa a HELENA, reina de los aqueos.

   

 Helena - muerte de Patroclo - Héctor

Menalao está a punto de dar muerte a Paris, pero es salvado por la diosa Afrodita y es enviado junto a Helena.

La guerra continúa y esta vez, bajo la presión del avance del ejército troyano, los griegos consideran la posibilidad de entregar a Helena , junto con sus grandes tesoros.  Mientras tanto, el ejército griego construye una muralla y una fosa para defender su campamento  en el ataque contra los troyanos.  Por su lado, los troyanos avanzan.

En este estado de cosas, Agamenón envía una comitiva a la tienda de Aquiles, pidiéndole que vulva a la lucha, previa devolución de Criseide y a que escoja cualquiera de sus hijas como esposa.  Pero Aquiles se niega.

Avanzadas las campañas guerrera, Héctor es herido de gravedad por Ayax, héroe griego.   Posteriormente, Héctor se enfrenta con Patroclo, de los ejércitos troyanos, y le da muerte con la ayuda del dios Apolo.

Aquiles, entonces, es noticiado de la muerte de su amigo Patroclo y decide volver a la lucha. Se reconcilia con Agamenón, le devuelve a su esclava y el rey le hace el juramento de que nunca estuvo con ella como hombre y mujer.

   

Aquiles vuelve a la lucha - el dios ZEUS -

             el caballo de Troya

Entonces Aquiles comienza su feroz ataque contra los troyanos. El rey troyano Príamo ordena abrir las puertas de Troya para que sus tropas se refugien tras sus muros.

Héctor queda fuera con el propósito de enfrentarse con el temible Aquiles.  Ambos luchan bravamente y Héctor cae muerto por una treta de la diosa Atenea.

Entonces, Aquiles ata (amarra) a su carro de combate el cuerpo de Héctor y da vueltas a la ciudad, arrastrando el cadáver del héroe troyano.

  

    Aquiles mata a Héctor - Príamo suplica a

 Aquiles, la devolución del cadáver de su hijo

Finalmente, el rey Príamo, va al campamento griego, guiado por el dios Hermes, para suplicar a Aquiles, la devolución del cadáver de su hijo Héctor.

Aquiles es convencido y se celebran los funerales de Héctor.  Con lo que termina la historia.

Copiamos un fragmento de la obra:

      LA PESTE Y LA CÓLERA DE AQUILES

 "Canta, oh diosa, la cólera del Pelida Aquileo, cólera funesta que causó infinitovos males a los aqueos y precipitó al Hades (infierno) muchas almas valerosas de los héroes, a quienes hizo presa de perros y pastos de aves - cumlíase la voluntad de Zeus - desde que se  separaron el Atrida, rey de hombres, y el divino Aquileo.

"Cuál de los dioses promovió entre ellos la contienda para que pelearan? El hijo de Leto y de Zeus airado con el rey, suscitó en el ejército maligna peste y los hombres perecían por el ultraje que el Atrida infiriera al sacerdote Criese.  Èste, deseando redimir a su hija, se había presentado en las veloces naves aqueas con un inmenso rescate y en la mano las ínfulas de Aolos, el que hiere de lejos, que pedian de áureo cetro; y a todos los aqueos, y particularmente a los Atridas, caudillos de pueblos, así les suplicaba:]

 "!Atridas y demás aqueos de hermosas glebas!  Los diosos que habitan las moradas del Olimpo os permitan destruir la ciudad de Príamo y regresar lelizmente a la patria.  Poned en libertad a mi ija y recibid el rescate, venerando al hijo de zerus, a Apolo, el que hiere de lejos".

 Todos los aqueos aprobaron a voces que se respetara al sacerdote y se admitiera el espléndido rescate; mas el Atrida Agamenón, a quien no plugo el acuerdo, le respidió de mal modo y con altaneras voces:

 "No dé yo contigo, anciano, cerca de las cóncavas naves, ya porque ahora demoras tu partida, ya porque vuelves luego; pukes quizás no te valgan el cetro y las ínfulas del dios.  A ella no la soltaré; antes le sobrevendrá la vejez en mi casa, en Argos, lejos de su patria, trabajando en el telar y aderezando mi lecho.  Pero vete, no me irrites, para que puedas irte más sano y salvo".

Así dijo.  El anciano sintió temor y obedeció el mandato.  Fuese en silenicio por la orilla del estruendoso mar; y mientras se alejaba, dirigía muchos ruegos al soberano Apolo, a quien parió Leto, la de hermosa cabellera...

Así dijo rogando.  Oyóle Febo Apolo, e irritado en su corazón, descendió de las cumbres del Olimpo con el arco y el cerrado carcaj en los hombros; las saetas resonaron sobre la espalda del enojado dios, cuando comenzó a moverse...

Durante nueve días volaron sobre el ejército las flechas del dios.i En el décimo, Aquileo convocó al puebo al ágora:  se lo puso en el corazón Hera , la diosa de los blancos brazos, que se interesaba por los dánaos, a quienes veía morir...

Levantóse entre ellos Calcante el Testórida, el mejor de los augures, conocía el presente, lo futuro y lo pasado, y había guiado las naves aqueas hasta Ilión por medio del arte adivinatorio que le diera Febo Apolo, y benévolo les arengó diciendo:

 "!Oh Aquileo, caro a Zeus!  Mándasme explicar la colera de Apolo, del dios que hiere de lejos!  Pues bien, hablaré...

No está el dios quejoso con motivo de algún voto o hecatombe, sino a causa del ultraje que Agamenón ha inferido al sacerdote, a quien no devolvió la hija ni admitió el rescate.  Por eso, el que hiere de lejos, nos cusaó males y todavía nos causará otros.  Y no libirará a los dánaos de la odiosa peste, hasta que sea restituída a su padre, sin prmio ni rescate, la joven de ojos vivos, llevemos a Crisa una sagrada hecatombe. Cuando así la hayamos aplacado, renacerá nuestra esperanza".

 Y ahora, vaticinando ante los danaos, afirmas que el que hiere de lejos les envía calamidades, porque no quise admitir el espléndido rescate de la joven Criseida, a quien anhelaba tener en mi casa.  La prefiero, ciertamente, a Clitemestra, mi legítima esposa, porque no le es inferior ni en el talle, ni en el natural, ni en inteligencia, ni en destreza.  Pero, aun así y todo, consiento en devolverla, si esto es lo mejor; quiero que el pueblo se salve, no que perezca.  Pero preparadme pronto otra recompensa, para que no sea yo el único argivo que sin ella se quede; lo cual no parecería decoroso...

Resondióle en seguida el celerípide divino Aquileo (Aquiles):

"Atrida gloriosísimo, el más codicioso de todos! Cómo pueden darte otra recompensa los magnánimos aqueos?  No sabemos que existen en parte alguna cosas de la comunidad, pues las del saqueo de las ciudades están repartidas, y no es conveniente obligar a los hombres a que nuevamente las junten.  Entrega ahora esa joven al dios, y los aqueos te pagaremos el triple o el cuádruple, si Zeus nos permite algún día tomar a la bien murada ciudad de Troya".

Y contestóle el rey Agameón y le dijo:

   "Aunque seas valiente, deiforme Aquileo, no ocultes así tu pensamiento, pues no podrás burlarme ni persuadirme.  Acaso quieres, para conservar tu recompensa, que me quede sin la mía, y por esto me aconsejas que la devuelva?

   Mas de esto deliberaremos otro día.

Ahora, ea, echemos una negra nave al mar divino, reunamos los convenientes remeros, embarquemos víctimas para la hecatombe y a la misma Criseida, la de hermosas mejillas, y sea capitán cualquiera de los jefes... 

Amigos, esto ha sido todo por hoy.  Volveremos la próxima semana. Un feliz Aniversario del Brasil y buena suierte.  Abraços.____________

Escrito por Fabio Soto Caján às 09h32
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25.08.2009


En Portuñol                LA HISTERIA DE LA

                             GRIPE SUINA

Varios amigos de diferentes estados me perguntam preocupados se é verdade ou nao que em Curitiba estão morrendo muita gente por causa da gripe porcina.

Minha resosta é Não, porque não é verdade.  É la histêria coletiva, producida pelos médios de comunicação os que difunden notícias alarmantes a nivel nacional y dao a ideia de que na capital mais fria do Brasil estão morrendo pessoas em grandes quantidades.

É verdade que a gripe se difundeu muito mas não para causar pánico e histêria coletivos.  Os especialistas falaram ao começo que, mais mortes houve noutros anos pela gripe comum que os que houve neste ano com a ja "famosa" gripe porcina.

Então, não é que Curitiba esteja contaminada em grande parte de sua populaçao pela gripe A. Neste tempo de frio, a gripe é comum e quem não se cuida, chega a doenças mais graves e ate a morte.

Para confirmar minhas afirmaçoes, vou copiar textualmente parte do artigo do jornal mais popular de Curitiba, GAZETA DO POVO, deste domingo 23 de agosto, que da conta desta epidemia que esta asustando ao mundo enteiro.

"MORTES EM CURITIBA.   A primeira morte pela gripe A (H1N1) em Curitiba acontgeceu no dia 16 de julho.  O número total de mortes chegou a 35 na capital, mas o relatório pela prefeitura contabiliza apenas 30.  Outras 13 mortes estão  em investigação. O tempo entre o inicio dos sintomas e a evolução a óbito variou de um a 23 dias.  A média foi de nove dias.  Entre as vítimas, metade tinha fator de risco, como doenças cardíacas, diabetes, epilepsia, obesidade e gestação.  O restante das vítimas era considerado saudável.

O secretârio Luciano Ducci afirma que a maioria de vítimas que ficaram internadas nos hospitais tomou o medicamento Tamiflu em algum momento do tratamento , mas são necessariamente nas 48 horas iniciais após os sintomas, conforma a recomendação para que o rerédio seja mais eficiente.

VÍTIMAS JOVENS. A média de idade das pessoas que morreram em Curitiba é 36 anos.  As 35 vítimas tinham entre 1 e 85 anos.  Já entre os 498 casos confirmados da gripe A, a maioria dos pacientes (39%), tinha entre 20 e 29 anos. O perfil jovem dos doentes é registrado no Brasil e no mundo e tem sido uma caraterística da doença.  Ainda não se sabe o porquê.  Entre  as hipóteses estão uma possível resistência ao vírus nos idosos e um comportamento de risco maior entre os jovens.

 RECORDE DE ATENDIMENTOS.  O temor com a gripe A tambem levou muitas pessoas aos serviços de saúde.  A procura ficou acima do normal.  O pico aconteceu no dia 30 de julho, quando foram feitas 1.978 consultas médicas por síndrome gripal na rede municipal.

Em agosto foi verificada uma diminuição que foi entendido como a  estabilização da doença na capital.  No último dia 19, foram feitas 424 consultas.  O número de internamentos também caiu. Pelo menos 710 pessoas ficaram internadas.  O pico foi registrado  em 6 de agosto, com 207 internados, dos quais 47 em UTI.  Os números cairam para 156 no último dia 18, dos quais 39 estavam em UTI.

POR TELEFONE. Uma central telefónica foi montada para monitorar os pacientes que foram às unidades de saúde, com queixa de gripe.  Do dia 7 de agosto até o dia 17 foram feitos 2.608 contatos.  A mídia é de 290 contatos por dia.  Segundo dados da prefeitura, cerca de 80% dos casos tiveram melhora e puderam ser mantidos em isolamento domiciliar.

Os tele-atendentes apuram a evolução do etado de saúde de cada paciente e, em cao de dúvida, repassam a situação para o coodenador médico de plantão.  Cabe a esse profissional orientar as novas condutas médicas, que podem ir desde a readequação até a visita domiciliar"

Até aquí, a informação oficial através do jornal.  Entao, não é para alarmar-se  tanto. Fiquem tranquilos os amigos de outros estados que tem familiares ou amigos aquí em Curitiba.

EFICIENCIA DAS AUTORIDADES.  Pessoalmente, penso que as autoridades de saúde atenderam muito bem à população neste surto da gripe A e , em tudo momento mostraram eficiencia e grande espíritu de serviço e cumplimento de seu deber.

Eu fui testemonha deste serviço efetivo.  Teve nesses dias alguns sintomas preocupantes da gripe e para evitar qualquer surpresa, pedi a meu filho que me levasse ao hospital SAO VICENTE.  Quando chegamos lá, as 7 da noite, a sala de espera de bom tamanho, estava cheia de pacientes de toda classe social, homens e mulheres, jovens e adultos.

Foi necessârio que esperasse duas horas  e meia para ser atendido.  O frio era intenso e todo o mundo ussava roupa grossa e vários pacientes ussavam máscaras. Durante esse tempo, nos vimos entrar e sair dos tres consultórios, pacientes afetados pela gripe em pouca quantidade; a maioria saía satisfeito e contente por ser o diagnóstico negativo.

No meu caso aconteceu igual.  O médico que me auscultou detidamente, llegou à conclusão que não era gripe A, mas simplesmente uma gripe comum, e me deu a receita para combater a dor de garganta, a expectoração e a dor do peito. 

Em comclusão, toda a população foi atendida e está sendo atendida eficazmente en todos os hospitais e centros de saúde que o paciente acuda para receber atenção médica e, confirmar ou descartar, a gripe suina.

   

Protección -Coordinación - Autoridades: prefei-

   tura y estado: BETO RICHA y R. REQUIAO

              ________________

Agora continuamos com a Liter. Universal; los CLÁSICOS.    

                        

               LA  ODISEA 

 

Autor:  HOMERO

Época:  9 siglos antes de Cristo.

Personajes principales:

       - ULISES,       

       - PENÉLOPE, esposa de Ulises, 

       - TELÉMACO, hijo de Ulises.

Personajes secundarios:            

  - Menelao, rey de Esparta

  - Helena, esposa de Menelao,

  - el gigante POLIFEMO,

  - dioses:  Atenea, Poseidón, Zeus.

ARGUIMENTO.

"El tema es: Las aventuras de Ulises , uno de los héroes de "La Ilíada", a quien la cólera de Poseidón (dios del mar) obliga a vivir errante durante largos años antes de volver a Itaca, su patria, luego de la toma de Troya.

Los dioses deciden, que ULISES retenido en las profundas grutas del Calipso, ninfa inmortal, regrese a Itaca, su patria. Zeus, cede a las súplica de su hija Atenea, favorable al héroe, y  la diosa toma el aspecto de un anciano, marcha a Itaca a ver a TELÉMACO, hijo de Ulises, anunciando a éste que su padre está con vida y aconsejándole que vaya a Pilos a ver a Néstor y a Esparta a ver a Menalao para tener noticias de Ulises.  Los pretendientes a la mano de la casta PENÉLOPE, esposa de Ulises, se hallan en el festín escuchando los cantos del aedo (cantor) Femios.

Cuando Penélope se retira, Telémaco reprocha la conducta de los pretendientes y les anuncia que convocará al pueblo al siguiente día.  Pero, llegada la noche, los pretendientes abandonan el palacio."

Telémaco siguiendo el consejo de Atenea va a consultar a Néstor y a Menelado y éstos le confirman que su padre está vivo. Sabe también que Ulises está retenido por la ninfa Calipso; y sabe de la muerte de Agamenón en la guerra de Troya. 

La ninfa Calipso recibe la orden de Zeus para dejar a Ulises partir. Poseidón, dios del mar, produce una enorme tempestad y después de 19 días de luchar contra las inclemencias y las fuerzas terribles del mar llega a las isla de los feacios.

Finalmente, llega a palacio y al día siguiente, Alcinoo da un festín en su honor. Acabado el festín comienzan los juegos en los que Ulises se distingue. Demódoco, cantor ciego, canta las hazañas de los griegos, las astucias de Ulises en el sitio de Troya y el héroe no puede contener las lágrimas.

El héroe se da a conocer y comienza el relato de sus aventuras en las que interviniene, una serie de personajes que actúan en relación con los diosos, ya para proteger o dificultar la vuelta de Ulises a su reino.

Telémaco continúa en Esparta junto a Menelao, pero Atenea le pide que parta para regresar a Itaca.  Llegado a Itaca, se dirige a los establos del palacio. Entanto que Eumeo, su porquerizo, va a anunciar a Penélope la vuelta de Telémaco. Èste ve a su madre y le pide esperar el retorno de Ulises.   Poco después llega Ulises, disfrazado de mendigo y sólo su viejo perro, Argos, lo reconoce. Ulises pasa por mendigo durante las reuniones pomposas de los pretendientes de Penélope y llega un momento en que se produce una competición en que la reina acepta al pretendiente que hiciera pasar los anillos de 12 hachas, colocadas una tras otra, con el arco de Ulises.

Uno tras otro los pretendientes intentan, pero no lo logran.  Entonces el mendigo (Ulises) solicita se le conceda ensayar contra los pretendientes.  "Telémaco accede, hace cerrar todas las puertas del palacio.  Ulises estira el arco y su flecha pasa a través de los anillos. Luego se desprende de sus andrajos y se encara con sus enemigos. Ellos imploran, se enfrentan a Ulises y éste los vence.  Luego Ulises hace venir a Penélope que siempre tuvo confianza de que un día vería a su esposo de nuevo.  Y durante ese transcurso, retuvo a sus pretendientes, ofreciéndoles casarse con uno de ellos, el día que acabase de tejer una prenda que en el día tejía y por las noches destejía.

Penélope duda al ver a Ulises, vestido de sus mejores prendas. Pero la descripción que el héroe hace de su cámara cupcial disipa sus dudas, y Penélope prodiga a su esposo la más viva ternura.  En la mañana siguiente, Ulises parte con Telémaco para ver a su anciano padre Laertes.

El relato es emocionante.  El encuentro de padre, hijo y nieto nos deja sin palabras. El autor, HOMERO, nos nos hace sentir la inmensa sensación de haber asistido a la historia apasionante de un héroe que pasa un sinfín de peripecias para regresar a su patria, rescatar su reino, reencontrarse con su querido hijo que lo busca hasta encontrarlo, y con su fiel y querida esposa Penélope, después de 20 años de ausencia.

   

HOMERO, el autor - ULISES - PENÉLOPE

   

ULISES luchando- TELÉMACO - Los preten-

               dientes vencidos

   

ULISES,de regreso a Itaca  -  Con PENÉLOPE

 

 

Hasta la próxima semana, amigos.________

 

 

 

 

 

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 12h31
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19.08.2009


En Español               LITERATURA UNIVERSAL II

                           OBRAS CLÁSICAS

Otra de las grandes obras clásicas de la Literatura Universal es LA DIVINA COMEDIA, del gran poeta italiano DANTE ALIGHIERI.  Son obras que todos debemos recordar y actualizar su contenido, pues forman parte de nuestra cultura humanística.

DANTE vivió entre 1265 y 1321.  Fue un poeta, erudito, teólogo, filósofo y humanista italiano. Su obra cumbre fue la DIVINA COMEDIA, maravilloso poema épico-teológico, en el que su autor resume los valores espirituales de la Edad Media.

Está escrita en verso, con un total de 14,233 versos endecasílabos (11 sílabas) y en primera persona.

Se encuentra traducida en todos los idiomas cultos de la tierra.  Su autor la tituló: COMEDIA. Pero por su excelcitud y grandeza, el poeta Bocaccio la calificó con el adjetivo de Divina.

Su tema es la vida de la humanidad; la visión épica del más allá y su, en su recorrido por los tres lugares en que descansan las almas después de la muerte, acompañado por otro gran poeta italiano, Virgilio y por su amada Beatriz.

La obra está dividida en tres partes: el INFIERNO, el PURGATORIO y el PARAÍSO. DANTE dividió su obra en tres partes en honor a la Santísima Trinidad.

1. El INFIERNO, con 34 cantos y 4,720 versos.

2. El PURGATORIO, con 33 cantos y 4,755 versos.

3. El PARAÍSO, comprende 4758 versos y 33 cantos.

PERSONAJES. DANTE, VIRGILIO Y BEATRIZ.

   

      DANTE - BEATRIZ - VIRGILIO

"Para comprender mejor la "Comedia" podemos valernos de los cuatro sentidos que el mismo Dante señala en su "Convivio":  el literal, el alegórico,el moral y el anagógico (elevación mística del alma).

LITERALMENTE, es el viaje que hace el poeta por Infierno, Purgatorio y Paraíso, donde puede observar la fealdad del mal y el poder del bien.  Una vez purificado, puede acercarse a Dios, ser comprendido y salvarse.

ALEGÓRICAMENTE, es la vicisitud (sufrimiento) del alma humana que, extraviada, se salva con la ayuda de la razón (Virgiloio) y de la gracia (Beatriz).

MORALMENTE, enseña qué fácil es perderse en el pecado (la selva), qué difícil es salir de él por el peso de las pasiones (las fieras) y cuán necesaria es la ayuda del propio esfuerzo (Virgilio) y del divino (Beatriz).

ANAGÓGICAMENTE, muestra las difíciles condiciones de la vida y señala la necesidad que tenemos de recibir la ayuda de Dios y de la Iglesia."

ARGUMENTO:

"EL INFIERNO.  A mitad del camino de la vida, Dante se pierde en la selva oscura y cuando van a devorarlo una pantera, un león y una loba, se le aparece la sombra del poeta Virgilio que se ofrece a guiarlo.  Lo conduce ante la puerta del infierno, en cuyo dintel (entrada) una inscripción termina con las palabras: "!Oh, vosotros, los que entráis, abandonad toda esperanza!"  Después de atravesarlas se encontraron en el vestíbulo, donde gemían, torturados por las picadas de temibles avispas, los que no fueron ni buenos ni malos, "que no vivieron nunca", es decir, los que no se atrevieron por ninguna causa.

Luego atraviesan el río de los muertos y descienden  al primero de los nueve círculos infernales.  Allí están las almas de los justos de la antigüedad , que no alcanzaron la Redención.  No sufren.  Plácidamente se pasean poir una verde pradera:  HOMERO, HORACIO, OVIDIO, LUCANO, DIÓGENES, SÉNECA, pudieron ser vistos.  Los círculos restantes son ocupados por los pecadores cuyo vicio aumenta en gravedad según  desciende, el mismo modo quie sus tormentos: los lujuriosos, los golosos, los avaros y pródigos, los iracundos, los heréticos, los violentos, los defraudadores y los traidores.

La topografía del Infierno es muy variada: hay lagos y montañas, precipicios y ríos, páramos y bosques.  Es muy diversa , igualmente, la manera de sufrir que tienen los eternos condenados y en ello Dante demostró una imagicación inagotabloe: así tenemos a los avaros y los pródigos divididos en dos bandos que tienen entre sí uin choque que, sin cesar, comienza a la voz de guerra, respectiva: "por qué guardas?", "por qué derrochas?".

En varios pecados hay una subdivisión como entre los defraudadores que lo son por muchos conceptos:  seducción, adulación, simonía, adivinación, hipocresía, robo, mal consejo, siembre del escándalo y falsificación.  Ocupan tomo reinos distintos, con castigos adecuados a sus culpa.  El peor de los pecados era, para Dante, el de la traición.  Y entre las traiciones (a los parientes, a la patria, a los huéspedes y a los benefactores.

Por eso, estos miserabes se hallan en el rincón más profundo del infierno.   Estos traidores son : LUCIFER, JUDAS ISCARIOTE, BRUTO  y CASIO.

Dante y Virgilio salen por un escape suterráneio hacia la luz de las estrellas, en la isla  donde se levanta la montaña del purgatorio.

   

El Infierno, según el poeta DANTE

"EL PURGATORIO.  Catón es el guardián de la isla y de la montaña donde con el dolor se purifican las almas.  Lentamente, los poetas ascienden por los siete círculos , contemplando y meditando sobre el espectáculo siempre lleno de novedades y grandeza que presentan.  Al revés del infierno, los primeros círculos corresponden aquí a los pecados más graves, y los últimos, a los menos ofensivos.  La gradación es:  la soberb ia, la envidia, la ira, la pereza, la avaricia, la guala y la lujuria.  En la cumbre de la montaña está el paraíso, lugar deleitoso y de la última purificación.  Allí lo abandona Virgilio y recibe dante a BEATRIZ que desciende del cielo en un carro esplendoroso."

   

   El Purgatorio, según DANTE A.

"EL PARAÍSO.  Dante, guiado por su dama, recorre el Paraíso celeste.  Cada esfera corresponde a un planeta:  la Luna, con las almas negligentes, que cumpieron a medias los votos hechos a Dios; Mercurio, con las almas actividas y benéficas; Venus, con las almas amantes; el Sol, con los doctores en filosofía iy teología; Martes, con los guerreros por la causa de Dios; Júpides, con los príncipes sabios; Saturno , con los espíritus contemplativos; las estrellas, con los los espíritus triunfantes; y el cristalino, con la jerarquiía angélica. 

Estos círculos giran con velocidad mayor cuanto más lejanos de la tierra.  Inmóveil, sobre los nuevos círculos, está la Rosa de la Beatitud, iluminada con la prsencia de Dios.  Las almas de los bienaventurados forman esa rosa quie es un amplio círculo resplandeciente de albo fulgor.  Jesucristo yi la Viergen María ofrecen su dulce presencia al poeta.

Finalmente, obtiene la visión suprema , la de Dios, en forma de una alta, serena y penetrante luz de tres haces que se reflejan mutuamente, la perfecta Trinidad, en forma que todos parecían proceder de todos.  Es indudable quie la figura central es BEATRIZ, quien es ensalzada por su amante a cada paso

Sin recurrir a la mística como conclusión, Dante finaliza su poema exaltando la actividad humana en todas sus facetas; desde la santidad hasta la sabiduría.

   

El Paraíso,en la concep. de DANTE

La fama de esta obra es inmensa y figura entre las mejores obras de la Literatura Universal.".

Fuente:  Literatura Universal e Hispanoamericana, de Wálter Fernández Meléndez.  Editorial "San Marcos", Lima-Perú.

FRAGMENTO DE LA OBRA.

"A la mitad del curso de la vida, por haber perdido el buen camino, me encontré en una oscura selva.  Y !qué difícil  es decir cuán salvaje, áspera e intricada era!;  su solo recuerdo hace renacer el miedo.  Poco más es la muerte.  Pero para apoder contar el bien que hallé en ella, he de decir también las otras cosas que allí vi.

No acertaría a explicar cómo entré en ella; de tal manera el seuño del pecado oscurecía mi mente cuando me aparté del buen camino.  Pero después que hube llegado al pie de una colina que ponía término a aquel valle que tal pavor infundió en mi corazón, miré a lo alto y vi pendientes ya acariciadas por los rayos del astro que segura guía de los hombres es en todos los caminos.  Sólo entonces se aplacó un poco el miedo que se había posentado en el fondo del corazón durante la noche que pasé en tan angustioso estado.  Y al igual que aquel que con respiración afanosa, huyendo del mar, logra alcanzar la orilla y vuelve la vista atrás para mirar con desconfianza las peligrosas aguas, así, mi alma, aún fugitiva, se volvió a mirar el paso del que nunca saliera gente viva.---------------

Y mientras precipitadamente volvía hacia abajo, surgió ante mis ojos una figura que parecía haber enmudeido a causa de largo silencio.  Cuando la vi en el gran desierto:  "Ten piedad de mí -le grité- quienquiera que seas, sombra u hombre".  Respondióme:  "No soy hombre, pero lo fui, y mis padres fueron lombardos, ambos nacidos en Mantua.  Nací al final del reinado de César y viví en Roma, bajo el del buen Augusto, en tiempo de los dioses falsos y mentirosos.  Fui poeta y canté al justo hijo de Anquises, que vino de Troyia cuando la soberbia ciudad fue quemada.  Pero tú, por qué vuelves  al pecado?  Por qué no subes al deleitoso monte que es el principio yi la causa de todo goce?"

Entonces, eres tú aquel Virgilio que vierte tan rico caudal de poesía?, le contesté ruboroso. !Oh, honra y lumbrera de todos los poetas! !Válgame el largo estudio y el gran amor que me han impelido a buscar tus obras!  Tú eres mi maestro, mi autor, y sólo de ti he aprendido el brillo estilo con que me honro.  Mira esa fiera que me hace huir y ayúdame contra ella, sabio ilustre, pues ya ves el temblor que pone en mis venas y en mi pulso.

Te conviene seguir otro camino - me contestó al verme llorar - si quieres salir de este lugar salvaje; porque esta bestia de la que te asustas, no cece el paso a nadie y acosa hasta dar muerte.  Es de naturaleza tan malvada que jamás se aplaca su apetito insaciable, yi su hambre crece cuanto más devora.  Muchos son los animales con los que se ayiunta y aún serán más hasta que venga el Galgo que le hará morir con dolor.  Este Galgo perseguirá la boa de ciudad en ciudad hasta que le dé amor y virtud, y nacerá entre paños de fieltro.  Será la salvación de la humilde Italia, por la que murieron Camila, Euralio, Tumo y Niiso.  Este Galgo perseguirá a  la loba de ciudad en ciudad hasta que la devuelva al infierno, de donde salió por el primer acto de envidia....------------------"

En el II Canto, Dante vacila ante la terrible situación y Virgilio le explica , entonces, que tres bienaventuradas mujeres, la Virgen María, Santa Lucía yi Beatriz, han tenido piedad de su suerte cuando las tres fieras le impedían volver a encontrar el camino de la virtud, y que Beatriz había descendido al limbo para invitarle a él, Virgilio, a servir de guía a Dante a través del infierno y del purgatorio.  Así tranqulizado, Dante reinicia el camino y llegan ante la puerta del Infierno...---------

"Y he aquí que viene hacia nosotros en una barca un viejo de blanca pelambre, gritando:  ""!Ay de vosotras, almas depravadas!  No esperíes ver jamás el cielo; yo vengo para conduciros a la otra orilla, hacia las tinieblas eternas, el fuego y el hielo.  Y tú ánima viva, que estás ahí, aléjate de éstos, que están muertos!"--------------

Pasan así al II círculo , que es "un lugar carente de toda luz, que muge como un mar tempestuoso combatido por vientos contrarios. La tromba infernal que nunca cesa, arrastra los espíritus en su borbellino y les molesta haciéndoles girar y entrechocarse".  Son los lujuriosos los cuales Virgilio muestro a Dante algunos personajes de la Antigüedad como SEMÍRAMIS, CLEOPATRA, DIDO, HELENA, AQUILES y PARIS.

Después, Dante añade:  "! Oh, espíritus inquietos, venid a hablar con nosotros, si no os esta vedado!  "Y como las palomas que, excitadas por el deseo, con las alas tendidas y firmes surcan el aire, en busca del dulce nido, por la voluntad guiados, así, dede la legión de Dido se destacaron hacia nosotros, a trafvés de aquel aire funesto, aquellas dos ánimas; tan fuerte como mi afectuoso llamamiento."

Hasta la próxima semana.----

Escrito por Fabio Soto Caján às 10h32
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11.08.2009


En Español      LITERATURA UNIVERSAL I

                                 OBRAS CLÁSICAS

Vamos a comenzar hoy a recordar a nuestros lectores sobre las grandes obras literarias de famosos autores que están en nuestro recuerdo.

Autores como:  Homero, Esquilo, Sófocles, Virgilio, Dante, Goethe, Shakespeare, Cervantes, Lope de Vega y muchos más.

Vamos a recordar hoy a "EDIPO, REY", de Sófocles.

SÓFOCLES fue un autor trágico griego, seguidor de Esquilo, otro gran autor de la misma nacionaldad. Su fama es unversal y junto con Eurípides, formó el trío de escritores trágicos griegos más extraordinario de la Historia.  Escribió "Edipo, rey", "Electra", "Edipo en Colona" y otras.

Hoy vamos a ocuparnos de "EDIPO , REY".

Personajes: 

- Layo, rey de Tebas y esposo de Yocasta.

- Yocasta, esposa de Layo y madre de Edipo.

- Edipo, hijo de Layo y al mismo tiempo, esposo de Yocasta.

- Creonte, hermano de Yocasta y cuñado de Edipo.

- Tiresias, ciego vidente (adivino).

- Polibio y Mérope, reyes de Corinto.

- Delfos, ciudad del Oráculo de consulta.

Argumento. La obra trata del cumplimiento del oráculo, según el cual Edipo mataría a su padre y se casaría con su madre. Los personajes hacen todo lo posible por evitar el cumplimiento de este designio de los dioses, pero todo es inútil.  Lo que el autor quiere indicar es que ante la voluntad de los dioses, el hombre no puede hacer nada.

El argumento es el siguiente:

"Asolada (destruída) por una terrible epidemia, la ciudad de Tebas, acude, representada por un Sacerdote y por el Coro, a solicitar amparo y remedio de su querido rey Edipo. Èste, identificado con las desventuras del pueblo, anuncia que ha enviado a Delfos, a CREONTE, su cuñado, para interrogar al oráculo respecto a lo que conviene hacer, y que espera, de un momento a otro, el regreso del consultante. 

En efecto, no tarda en llegar Creonte y publicar que la respuesta de Apolo fue, para que librase Tebas de sus calamidades, deberían ser buscados los homicidas del rey anterior, LAYO, castigándolos con la muerte o con el destierro.

Edipo, que se había casado con YOCASTA, viuda del rey Layo y hermana de Creonte, no conoció a su antecesor y pide que le faciliten detalles del asesinato del que se trata. Es informado que Layio pereció (murió) en el camino de Delfos en manos de unos ladrones, cuando de allí regresaba, según declaró entonces el único sobreviviente de los hombres que formaban la escolta. Resuelto a cumplir el mandato de Apolo, arenga (pide) Edipo al pueblo para que coadyuve (colabore) a la busca de los culpables, fulminando tremendas imprecaciones (amenazas) y maldiciones contra ellos y contra quienes los amparen u oculten.

Hace luego el rey venir a su presencia al viejo adivinador TIRESIAS, para que salve de la ruina a la ciudad ayudando con su ciencia a descubrir al homicida.  Pero Tiresias se niega tercamente (teimosamente) a mezclarse en aquel asunto; y sólo cuando se ve menospreciado y hasta insultado por Edipo, se encara (enfrenta) con él, le acusa de ser el asesino de Layo y le predice espantosas desventuras para aquel mismo día.

El atónito e indignado rey deja partir al adivino, cuyas palabras originan confusión en el Coro ( cantores o recitadores en la dramaturgia griega), y al ver llegar a Creonte, le reprocha por haberse puesto de acuerdo con Tiresias para desacreditarlo ante el pueblo. Se suscita un altercado (discusión) entre ambos cuñados, al que pone fin Yocasta, cuando se presenta para averiguar el motivo de la discusión.

Edipo la interroga minuciosamente respecto al asesinato de su primer marido; y, relacionando los datos que ella recuerda con los que él conoce y los que agrega un mensajero llegado de Corinto para anunciar la muerte del rey POLIBIO, se viene a integrar la siguiente historia:

    Un oráculo predijo al rey Layo que su destino era morir en manos de un hijo que tendría de su mujer, Yocasta; y para evitar que se cumpliera la funesta predicción, a los tres días de nacer el niño que engendraron (procrearon), lo pusieron en manos de un esclavo fiel para que le atravesara los pies y le abandonase en un bosque intransitado. Pero el esclavo, que era pastor de los ganados del rey, le dio lástima la criatura y, encontrándose en las solitarias quebradas del Citerón con un compañero de otras tierras, quie apacentaba allí sus rebaños (bueyes, ovejas), le confió al niño, herido ya en los pies, para que lo criase en su país.

Los señores del pastor que recibió al infante eran los reyes de Corinto, POLIBIO y MÉROPE, que vivían apenados por no tener hijos; y su servidor, pensando en agradarles, les llevó el niño, al cual, efectivamente, acogieron con mucha alegría y lo criaron y educaron como si fuera su legítimo descendiente.

Siendo ya joven, le dijo un beodo (borracho, bébado) en un festín que no era verdadero hijo de los que tenía por padres; y aunque al interrogar a éstos al siguiente día, se mostraron indignados contra el que emitió tal ultraje, el mancebo (joven) quedó tan preocupado, que acabó por abandonar la ciudad secretamente y marchar a Delfos para consultar al oráculo.

Éste se negó a contestar (responder) a sus preguntas y, en cambio, le vaticinó (anunció) que matería a su padre, que se casaría con su madre y que daría inicio a una raza odiosa al género humano.  Enloquecido, huyó de Corinto y de sus proximidades y anduvo errante, lejos de aquella tierra, para evitar el cumplimenito de las atrocidades vaticinadas por el oráculo.

Y un día, encontrándose el joven errabundo en la Fócida, cerca del lugar que se cruzaba con otros el camino de Delfos, estuvo a punto de ser atropellado por el coche  en que viajaba un hombre entrado en años (viejo), escoltado por un heraldo y dos servidores.  Viéndose agredido por el viajero y su escolta, se apresuró a defenderse lleno de cólera, y, con el bastón que llevaba  mató a sus agresores y a los hombres que lo acompañaban, de los cuales sólo escapó uno, que emprendió la fuga, y después contó la historia.

 El infeliz y consternado Edipo, al persuadirse de que aquella historia era la suya, puesto que él fue el niño abandonado por Layo con los pies heridos, criado luego por Polibio, y que, por consiguiente, sin poder sospechar sus crímenes, había matado a su padre, se había casado con su madre y había engendrado cuatro hijas, en el mismo seno (vientre) que él fue engendrado, prorrumpe (rompe) en lastimeros ayes (lamentos) e imponentes lamentaciones; se maldice a sí mismo, considerándose el más miserable de los hombres, y sobrecoge (causa dolor) con sus dolorosos clamores el ánimo de todos los que lo escuchan.

La desventurada Yocasta, enloquecida por el horror, entra en su morada arrancándose los cabellos; se arroja sollozante en el mancillado (deshonrado) lecho conyugal (cama de esposos), se levanta de nuevo para correr transtornada por la cámara (dormitorio), y termina por estrangularse con sus propias trenzas (tranças de cabelos).

Al encontrar el desventurado Edipo el cadáver de Yocasta, le arranca los broches de oro que sujetaban el manto y se hiere con ellos en los ojos cruelmente hasta quedar ciego.  Se despide luego de sus hijas con patéticas frases, se las confía a Creonte que le va a suceder en el trono y le ruega que lo expulse de aquella tierra.

De esa manera se cumple la sentencia que él mismo fulminó contra el asesino de Layo (su padre) cuando aún ignoraba quién era él.

Creonte le responde que se hará lo que dispongan los dioses, y así termina la impresionantiei y grandiosa tragedia de Sófocles".

                         Fuente:  Literatura Universal e Hispanoamericana, de Wálter Fernández Meléndez, Editorial SAN MARCOS, Lima-Perú.

                _______________

Fragmento de la obra

"Edipo.  !Oh, riquezas, oh poderío! !Oh, espíritu superior a los otros espíritus!  !Cuán expuesto a los golpes de la envidia se encuentra el hombre de pose!  Envidioso del poder que Tebas me otorgó sin que yo lo solicitase, Creonte, el fiel Creonte, mi amigo de antes, conspira contra mí secretamente y arden en deseos de derribarme del trono.  Para ello ha sobornado a este profeta, a este astuto charlatán, clarividente, cuando le interesa y ciego en su arte para todo lo que no sea ganancia.

   Pues dime, en qué ocasión fuiste hábil, adivino?  Por qué cuando la perra te proponía sus enigmas, lo indicaste a los tebanos algún medio para librarse de ella?  !Y, sin embargo, para adivinarlos, no era suficiente un hombre cualquiera; se necesitaba poseer el arte del divino; es evidente, pues, que no lo tuviste entonces y nada te revelaron ni las avces ni los dioses; pero aparecí yio, Edipo, ignorante moral, y vencí al monstruo con sólo la fuerza de mi razón, sin ayuda de las aves; y es a mí a quien quieres expulsar, para poner en el trono a Creonte y compartir con él su poder!  Tanto tú como tu cómplice, tendréis que arrepentiros de vuestro proyecto de purificar la ciudad; si no respetesa tu vez, el merecido castigo abatiría tu orgullo.

El corifeo. Testigos de lo que habláis, Edipo, creemos que tanto sus palabras como las tuyas parecen inspiradas por la cólera.  No es esto lo que necesita, sino considerar de qué modo podemos conformarnos, lo mejor posible, a la voluntad de los dioses.

Tiresias.  Rey y todo como eres, iguales somos y puedo responderte porque yo también tengo mi reino.  No soy esclavo tuyo, sino de Loxias, ni Creonte me protege, ni soy de aquellos que dependen de él.  Y te digo que insultas mi ceguera.  Tú no tienes ojos, no ves la desgracia en que has caído, ni la morada que habitas, ni aquellos con quien vives... 

   No sabes aún los restantes males que caerán sobre ti y sobre tus hijos. Ahora puedes consultar a Creonte la boca que te  habla.  Jamás el infortunio habrá caído tan cruelmente en un mortal.

Edipo.  Cómo soporto semejantes palabras de boca de este hombre?  Maldito seas! No te quitarás de mi vista?  No te alejarán, por fin, de este espacio?

Tiresias. (disponiéndose a partir) Estoy loco, según crees, pero tus padres me juzgarían cuerdo!

Edipo.  Qué padres?  !Detente!  A quién debo la vida?

Tiresias. Este día será el de tu nacimiento y el de tu muerte.

Edipo. Todo cuanto dices es oscuro y enigmático.

Tiresias. No te dio la Naturaleza la habilidad para  descifrar el misterio?

Edipo. !Repróchame una acción que te da la prueba de mi grandeza!

Tiresias. Ese triunfo es, precisaamente, lo que te ha perdido.

Edipo. Mas, si salvo a la ciudad, qué importa?

Tiresias. Ya me marcho. (A su guía) Condúceme, hijo mío.

Edipo. Sí, guíale, márchate, pues tu presencia me importuna y me embaraza; una vez lejos de aquí, no me harás sufrir más.

Tiresias. Me iré, pero después que haya dicho, sin temor a tus amenazs, para qué he venido; aunque quieras, no tines poder para perderme. Sí, yo lo declaro, el hombre a quien buscas tanto tiempo, profiriendo amenazas y proclamando edictor sobre la muerte de Layo, está aquí; pasa por extranjero, pero bien pronto se verá quie es tebano de nacimiento; yo te aseguro que no se alegrará de ello, pues de vidente se tornará ciego; de rico, pobre; obligado se verá a marchar a tierra extraña, buscando a tientas el camino, con un bastón en la mano.  Todos sabrán que es, al mismo tiempo, padre y hermano de sus propios hijos, hijo y esposo de la mujer que le dio la vida, asesino y sucesor de su padre.

Entra ahora en tu palacio, medita estas palabras, y cuando te convenzas de que he mentido, podrás decir que practico mi arte insensatamente..."

(Luego que Edipo y Tiresias abandonan la escena, el Coro ejecuta un canto lírico que comprende dos pares de estrofas.  Expresa el horror que le inspira el culpable desconocido, al cual se imagina errando (vagando) "por los bosques salvajes, entre los antros y peñascos, como un toro; el miserable, con inseguro paso, recorre la soledad; huye ante el oráculo brotado del centro de la tierra, pero éste, vivo, no cesa de revolotear a su alrededor")

              ______________

Espero, amigos lectores, que el recuerdo les haya traído a la mente a este autor y a esta famosa obra  de la literatura universal.  

En las próximas semanas continuaremos ofreciéndoles los resúmenes y argumentos de otras obras maestras de la literatura.  

Me gustaría, como siempre, saber de sus opiniones y conocer algunas sugerencias que ustedes puedan ofrecerme para hacer más amena y atractiva esta página semanal nuestra.

Por ahora, nos despedimos, no sin antes pedirles que se comuniquen conmigo.  Una buena semana para todos ustedes.  Abrazos.

                   __________________        

 

 

 

 

 

 

 

                        

Escrito por Fabio Soto Caján às 11h16
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04.08.2009


En Portugués    "ENTRE A PRECAUÇÃO

                     E O PÂNICO"

Èste es el título del editorial del diario curitibano GAZETA DO POVO, del domingo 2 de agosto, para referirse al gran temor que ha causado en el mundo el surgimiento de un virus que, en forma de gripe agravada, está produciendo muchas víctimas mortales y grandes cantidades de personas atacadas por él.

Sus síntomas son similares a las de la fiebre común, pero las complicaciones orgánicas de sus víctimas han agravado el mal y han causado miles de muertes en el mundo, según la Organización Mundial de la Salud (OMS).

La gripe A,(H1N1), llamada también gripe suina, surgió hace pocos meses en México y luego se difundió por muchos países del mundo. No es un virus que ataca solamente a gente modesta o pobre; no tiene barreras geográficas ni sociales; no es un fantasma mortal que llega, asusta y se va.  Es una dolencia que, aunque no grave, causa mucha preocupación y hasta pánico.

Hace dos días, una jovencita que fue a USA (Disneylandia) en excursión para divertirse junto con un grupo de brasileñas, dejó de existir en el avión en el quie volvía. Fue tratada en Estados Unidos para los síntomas que la aquejaban, le dieron de alta para el viaje y durante el vuelo no resistió y murió: el diagnóstico inicial indica que estaba atacada de la tal fiebre porcina.

Todos los medios de comunicación están informando diariamente sobre esta epidemia y todos los gobiernos han adoptado medidas terapéuticas para enfrentar esta seeria amenaza contra la población del mundo.

Los ministros de salud y de educación han tomado serias medidas de protección. Se pide y recomienda evitar lugares cerrados y con mucha gente dentro, como clubes, teatros, bailes, shopins, estadios, manifestaciones públicas. Se han suspendido las clases por varios días o se ha postergado el reinicio de las clases de medio año.

Un título de primera plana decía: "Gripe A muda rotina de 830 mil curitibanos". Casi la mitad de la población total.  Todos evitan darse las manos para el saludo de rutina; nadie se atreve a estornudar frente a otra persona; todo el mundo adquirió la buena costumbre de lavarse las manos varias veces al día; no llevarse las manos a la nariz o a la boca; los acostumbrados dos besos en las mejillas para el saludo entre amigos, y hasta tres entre familiares y muy amigos, han desaparecido; en casi todas las empresas, escuelas, colegios, universidades, hospitales, clínicas y hasta iglesias, han colocado frascos o recipientes de alcohol líquido o en gel para que las personas desinfecten las manos y eviten la propagación de la ha popular fiebre porcina.

El peligro existe, claro; pero el pánico o el miedo exagerado de muchas personas no es para tanto. Los especialistas dicen que no hay motivo para exagerar, "o virus H1N1 tem uma taxa de mortalidade semelhante à da gripe comum de todos os anos..."  En este sentido y para calmar el estado de temor de nuestra población y de mis lectores, voy a copiar textualmente el artículo de Opinião, cuyo título sirve de inicio a mi página de esta semana.

 

"ENTRE A PRECAUÇÃO E O PÂNICO". Na guerra contra a pandemia de gripe, os cuidados com a saúde pública devem ser acompanhados de boas doses de serenidade.

Pelo menos dos milhões de estudantes das escolas públicas e privadas do Paraná estão tendo suas féricas prolongadas em razão da medida de suspensão das aulas tomada pelo governo ou por iniciativa dos próprios estabelecimentos.  È o retrato pronto e acabado do medo-pãnico que contaminou a população, alarmada além dos limites razoáveis com a proliferação da gripe suina - ou gripe A, como politicamente mais correto é denominá-la para não estender seus prejuizos ao setor da carne - e com o suposto elevado índice de letalidade provocado pela nova doença.

È compreensível que as autoridades públicas e diretores de escolas  tenham tomado tal providência.  Trata-se de uma cautela,, que pode revelar-se exagerada, mas da qual não poderiam fugir dado o crescente clamor da opinião pública, que certamente os culparia se, mantida a normalidade do ano letivo, a gripe aumentasse a velocidade com que se espalha.  Em nota oficial, o governo do estado fal ponderações neste sentido, levantando dúvidas sobre a eficãcia da medida que ele próprio tomou e lembrando com propriedade que outras situações de aglomeração de pessoas jamais poderão ser suspensas em razão da gripe. Caso, por exemplo, do transporte coletivo.

Na verdade, todos os dados disponíveis até agora, no Brasil ou em quaisquer outros países onde se registra a presença da doença levam à conclusão de que não há racionalidade no pavor que se criou: a taxa de mortalidade da gripe suina é comparativamente muito menor do que a verificada em relação à gripe comum.  A Secretaria Estadual da saúde lembra que, no ano passado, morreram no Paraná quase 2.400 pessoas vítimas de gripe comum e pneumonia, ao passo que a nova doença fez, desde que foi detectada no estado há cerca de dois meses, cuatro mortes.  Ademáis, como instrui o Ministério da saúde, os cuidados que devem ser tomados com uma das modalidades da doença são exatamente os memos aplicáveis à outra - o que inclui o uso também do mesmo medicamento.

Entretando, a população insiste em adotar cuidados que geralmente não toma quando de surtos gripais comuns.  O uso de máscaras (ineficazes para prevenção, só devem ser usadas por pessoas já infectadas) e a higienização das mãos com alcool gel (lembremos que a preferência deve ser dada à lavagem com agua e sabçao) fizeram com que tais produtos desaparecessem do mercado.  São úteis e necessãrios? São, da mesma forma como o são como métodos de prevenção para quaisquer moléstias contagiosas pelo contato interpessoal.

Há que culpe a imprensa - ou a mídia, como mais se fala atualmente - pelo clima de pánico, quase uma paranoia, que se alastrou.  Não é verdade. Nada mais fizeram (e seguem fazendo) os veículos de comunicação do quie reproducir o tom com que os organismos internacionais de saude (cite-se especificamente a Organização Mundial da Saúde) e os governos manifestaram-se sobre a doença a partir dos primeiros dias em que foi detectada, no México.

De fato, houve, sim, o surgimento de uma nova cepa de virus causador de gripe, cuja morbidade era ainda  desconhecida das autoridades sanitarias.  Por precaução, e diante de experi^^encias recentes como o caso da gripe aviária, a OMS recomendou redobrar os cuidados para que a doença fosse contida.  Passados já alguns meses de seu aparecimento, e diante das observações quanto ao comportamento da nova gripe, as recomendações já esão voltando ao nível das medidas comuns, de comprovada eficãcia - o não quie significa  que as pessoas, a qualquer espirro, devam imediatamente procurar os hospitais e postos de saúde - aliás, algo recomendável apenas quando da persistência dos sintomas e por se situar o doente em condição de risco, como os diabéticos, hipertensos, crianças de terna idade ou idosos.

É evidente que não se prega o desleixo.  Pelo contrário, todas as medidas preventivas deven ser tomadas pela população e pelas autoridades, especialmente as de saúde pública.  Não é razoável, contudo, a desorganização das atividades necessárias e imprescindíveis da vida em sociedade.

O cuidado que a ocasião exige não deixa espaço para a negligência, mas também não combina com o pánico que imobiliza."

Estamos seguros que el momento de riesgo que corre la población mundial pasará, tanto por las medidas de prevención que los gobiernos tomen, como por las modificaciones clímaticas que disminuyan o anulen la agresividad de este germen inusitado que nos está causando grandes preocupaciones y cuidados. Felizmente, la ciencia avanza, y la vacuna ya está haciendo sus efectos positivos entre los que ya están usándola. Y el remedio TAMIFLU, por su lado, está enfrentando con éxito a la pandemia de nuestros días.

                             __________

MUDANDO DE TEMA.  Este domingo próximo se celebra en Brasil el DIA DEL PADRE. Entonces, qué mejor fecha para homenajear al hombre que nos engendró, que nos dio vida, que inició nuestros pasos por la tierra tomándonos entre sus brazos cuando llegamos al mundo, nos dio el primer beso paternal y cariñoso, y comenzó a llevarnos de la mano por los caminos de la vida.

Yo recuerdo nítidamente la figura y el rostro de mi padre.  Se llamaba Cornelio y jamás lo olvido.  Junto con la figura de mi madre Carmen, llevo en mi billetera su foto serena y levemente sonriente. Y siempre que abro mi cartera cada día o cuando tengo que hacer algún pago, son ellos los primeros que alegran mi día con su saludo cariñoso y bello.

Fuimos siete hermanos hombres en el hogar querido de mi infancia. El primero, muy temprano nos dejó, y quedamos seis. Y con los seis, mis padres lidiaron con la suerte y al mismo tiempo nos dejaron hondos recuerdos de momentos y días llenos de sabor a gloria.  Yo los admiré desde temprano, cuando en  mis ojos se reflejaron los ojos suyos cada mañana durante el desayuno. Y cuando, por las noches, íbamos a la cama, mi padre nos daba su bendición y mi madre un tierno beso en nuestra frente, luego de rezar el Bendito y el Padrenuestro, inevitablemente.

Y cuando adolescentes y jóvenes, rodeábamos la mesa en que los seis hermanos, presididos por mi querido padre, esperábamos ansiosos las ricas viandas que mi madre con mucha dedicación y cariño preparaba.

Nuestro convivio fue dentro de los padrones de la vieja educación que vigoraba entonces. Él, con sus repetidos consejos y constantes muestras de orgullo por tener siete hijos hombres, se sentía feliz y daba muestras constantes con sus gestos y palabras.  Nos transmitió siempre su espíritu optimista, esforzado y amante del trabajo.  La honradez y los buenos modales fueron su norte; sólo una vez lo vi llorar mientras hablaba de sus padres muy queridos. Y no me contuve y lo estreché en mis brazos...

Su faz serena y apacible me transmitía vida; sus sabios consejos me dieron confianza; su predilección por mí, sin dejar de amar a mis hermanos, me hizo sentir el inmenso orgullo de tener un padre como él. Vivió muchos años en la tierra muy cerca de nosotros, y cuando con mi familia y mi hermano Eufemio de Lima, íbamos dos veces por año inevitablemente, a visitarlos, su alma se abría y pasábamos con él, con mi madre y el resto de la familia, horas de dicha y días de profundas emociones. !Qué hermosa es la vida, cuando vivimos momentos como aquéllos!

                                      ***

En la mañana del día 20 de octubre de 1980, mientras departía en mi despacho (            de juez penal de Lima, con mi recordado amigo el Vocal Superior (desembargador), César Mansilla, abrió la puerta y entró precipidatamente mi secretario para decirme que una llamada de mi casa, me informaba que mi padre estaba grave y mis hermanos pedían que viajase a Chiclayo, donde vivían.

Pedí permiso a mi dilecto amigo y pedí que mi adjunto pidiera a nuestro chofer (motorista) del vehículo que tenía a mi disposición y me condujera de inmediato hacia mi residencia.  Nos dirigimos luego al aeropuerto y tomé el primer avión que partía hacia aquella ciudad de mis años juveniles.

Fueron 50 minutos de agonía y de íntimos presentimientos... Y cuando presuroso llegué cerca de la casa paterna, varias personas entraban y salían de ella... No había más duda... lo peor había sucedido.  Mi padre había muerto...

Me dirigí silencioso hacia el féretro donde yacía sereno y apacible. Cerrados sus ojos y sus brazos entrecruzados, parecía que estaba elevando una vez más aquella oración que nos enseñaba por las noches, junto con mi madre... "Padre nuestro... que estás en los cielos... hágase tu voluntad, así en la tierra como en el cielo..."

Y mis ojos, como ahora, se nublaron de lágrimas incontenibles y prorrumpí en llanto, abrazado a mis hermanos y al féretro donde descansaban sus restos para siempre...  y elevé de nuevo hacia lo alto acongojado, el Padrenuestro que repetíamos cada noche, cuando niños...

                              ***

Así pasó por el mundo aquella alma noble de mi padre; y ahora que su recuerdo se hace una vez presente para homenajear a todos los buenos padres del mundo, quiero con ustedes que también lo tienen o lo tuvieron, elevar una oración al cielo, para dar gracias al Gran Autor del Universo, por habernos dado el grande privilegio de haberlo visto pasar por nuestras vidas, o por tenerlo vivo y cerca de nosotros.

Si aún lo tenéis, dadle un fuerte abrazo y un beso cariñoso en sus mejillas o en su frente; y si ya lo habéis perdido como yo, repetid conmigo y llenos de gratitud y gozo:

         Señor, si Tú te lo has llevado de mi lado, Tú saber porqué; pero lo único que bien sé es que me diste un padre bueno y ejemplar que me ha dejado huellas profundas de bondad, de sacrificio y de dignidad que dieron sentido a mi pasaje por la tierra.  !Tenlo en Tu gloria infinita, para siempre, hasta que podamos vernos de nuevo, en Tu mansión celeste!  !QUE ASÍ SEA!

Hasta la proxima semana, amigos.

             

 

 

 

 

 

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 12h09
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27.07.2009


En Español          ANIVERSARIO NACIONAL

                              DEL PERÚ II

Muerto el inca Atahualpa, los conquistadores españoles quedaron como los dueños y señores del gran IMPERIO DE LOS INCAS.

El ejército del último emperador fue combatido  a sangre y fuego y cayó derrotado por el poder español, cuyas armas de fuego y los caballos, fueron su mejor recurso de triunfo.  La población inca, que llegaba a 10 millones de indígenas, fue fácilmente dominada por los conquistadores.

Pizarro y Almagro se entronizaron como las máximas autoridades de la situación. El 18 de enero de 1.535 fundaron la capital del Perú, LIMA, a orillas del río RÍMAC. En la plaza principal, llamada PLAZA DE ARMAS, se edificaron: la catedral, el palacio de gobierno y la municipalidad (prefeitura).

LA GUERRA CIVIL. Pizarro se constituyó en jefe supremo en su palacio y Almagro dirigió la resistencia de los indígenas peruanos.

Los cargamentos de oro, plata y piedras preciosas comenzaron a enviar a España.  Y los reyes católicos, que habían auspiciado el Descubrimiento de América y la Conquista del Perú, fueron enriqueciendo sus arcas con sucesivos cargamentos de estos preciosos metales.

Pero la ambición de riqueza fácil y el poder hicieron que los jefes de la Conquista se desentendieran pronto. Se formaron entonces, dos facciones: los que estaban a favor de Pizarro y los partidarios de Diego de Almagro.  Y se produjo la guerra civil entre ambos bandos. Llegó al extremo que se tornaron irreconciliables los desentendimientos entre los dos y se declararon abiertamente la guerra.

MUERTE DE PIZARRO. Y en este extremo de beligerancia, las tropas de Almagro ingresaron por la fuerza en el palacio de Pizarro, y después de doblegar a la pobre resistencia de sus soldados, se enfrentaron los dos autores de la Conquista peruana.  Y dentro de su palacio, Pizarro ya viejo y desprevenido, se enfrentó inútilmente a su enemigo.  Recibió de Almagro una estocada en el pescuezo y cayó exánime.

Pocos momentos depués, Pizarro estaba muerto y la situación quedó bajo el control absoluto de Almagro.

El cuerpo del conquistador FRANCISCO PIZARRO fue embalsamado y hasta hoy se exhibe en su urna, en la catedral de Lima.  Quien visite la capital del Perú, puede observar la real figura de este aguerrido sodado español allí.

LOS VIRREYES DEL PERÚ. La guerra civil y el exterminio de los indígenas peruanos dio mucho quehacer a los reyes de España y, entonces, deciden nombrar como gobernantes a esta parte de América , a sus representantes oficiales: los VIRREYES.

Es así como en la primera mitad del siglo XVI, fue nombrado el primer virrey para el Perú: AMAT Y JUNIET. Su misión era gobernar al Perú, continuar con las guerras contra los peruanos de la resistencia y acabar con las pendencias entre españoles.

Se sucedieron en el gobierno del Perú, 40 virreyes. Y durante los 300 años de la dominación española, siempre los ejércitos del rey de España, tuvieron que enfrentar la resistencia, la rebelión y los grupos armados de los naturales de la América Hispana: los incas, los mayas, los aztecas, los araucanos, los pampeanos, los cañaris, los  aimaras, etc.

Los virreyes del Perú gobernaron a base de la represión y la barbarie. Aniquilaron con sus poderosos ejércitos a todos los pueblos nativos de América Hispana y en muchos casos, cometieron genocidio con los indios de esta parte del mundo.

EL HOLOCAUSTO DE TÚPAC AMARU. Y fue bajo el gobierno sanguinario de un representante de España, el virrey FRANCISCO TOLEDO, que el indio rebelde TÚPAC AMARU, fue captura en 1.780 y sometido a torturas incalificables, ordenadas por un presentante del país conquistador.

Delante de su esposa, MICAELA BASTIDAS, y de sus hijos, se armó públicamente, el lugar de su sacrificio.  Primero le pidieron que denunciase a sus cómplies de la conspiración y como el indio se negara, ordenó el gobernador ARECHE, que la cortaran las uñas, luego que le cortaran la lengua y finalmente, que su cuerpo fuese DESCUARTIZADO por 4 caballos.

Colocado el valeroso indio peruano en tierra, fueron amarrados sus brazos y sus piernas con grandes y gruesas sogas y sujetos a la cincha de cuatro caballo.

A la orden del indigno representante de la corona española, ARECHE, los jinetes de los briosos caballos arremetieron en dirección de los 4 puntos cardinales....

Y por más que lo hubieron hecho con toda la fuerza de los animales venidos de España, el cuerpo de TÚPAC AMARU, no fue descuartizado.  Entonces, ARECHE ordenó que fuera seccionado el cuerpo y cortada la cabeza.  Finalmente, dispuso que las cinco partes del cuerpo de este gran mártir de la Independencia Peruana, fueran colgados en las entradas de los caminos del Cuzco, para advertencia y escarmiento de los indios peruanos.

De esa manera bárbara y sanguinaria actuaron los conquistadores y los representantes oficiales de España en el Perú.

No se contentaron en saquear templos, inglesias y santuarios del imperio inca para llevar a España como ricos botines de la Conquista, sino que actuaron salvajemente para mantenerse dueños de los reinos del Perú y de otros pueblos precombinos.

UN INCIDENTE EN ESPAÑA. Un día de mi visita a un museo de Sevilla, el guía del museo se engalanaba informando al grupo de turistas en el que me encontraba yo,  que esas placas de oro que relucían en los altares y esos ídolos de oro macizo, más otros objetos de oro y plata, eran la verdadera riqueza que ostentaba España de su suelo natal.

Yo no me quedé callado y lo interrumpí.  Todo el grupo volvió sus ojos asombrados hacia mí y dije:  "Señor guía: disculpe; usted tenía que decir a nuestros amigos turistas, que ese oro, esas plata, esas piedras preciosas, etc., fueron traídas de América, y provienen de las culturas inca, azteca y maya, especialmente...".  Y se formó una confusión para aclarar la verdadera historia de España y sus tropelías.

LA INDEPENCIA DEL PERÚ. Como ya dijimos, pasaron 300 años para que el dominio español fuera doblegado y aniquilado.  En las pampas de Junín y Ayacucho, las fuerzas realistas de España fueron diezmadas por el aguerrido ejército de SIMÓN BOLÍVAR, el gran general venezolano que dio libertad a 5 naciones. Era el año 1.824.

Pero antes, el generalísimo argentino JOSÉ DE SAN MARTÍN, ya había proclamado la indepencencia del Perú, el 28 de Julio de 1821. Ambos genios de nuestra historia tienen un lugar selecto en las páginas inmortales de nuestra historia patria. De allí que en esta fecha, 28 de julio, celebramos nuestra FIESTA NACIONAL.

NUESTRA CELEBRACION. Todos los años, en esta fecha, los peruanos celebramos alborozados y llenos de orgullo nuestra Fiesta Nacional, las Fiestas Patrias. Y nuestros pueblos, ciudades y caseríos pequeños, se llenan de banderas y escudos nacionales. Y los desfiles y fiestas desbordan nuestra alegría y aumentan nuestro patriotismo y nuestro amor al Perú.

En Curitiba, Paraná, el día sábado 25 tuvimos nuestra gran Cena de Fiestas Patrias.  Comimos, bebimos y apreciamos orgullosos todo lo que respiraba a nuestra patria. Buen número de amigos brasileños nos acompañó, como siempre.  Y, como muestra de buena voluntad, nuestro Cónsul General de S. Paulo Jaime Stiglish, vino especialmente para la celebración. Junto con nuestro ex-cónsul, Guido Villavicencio y del actual, Luis Henrique Rossella, hemos pasado una noche inolvidable.  Vean ustedes algunas fotos.

  

 1.Baile típico per.  2.Amigos mexicanos

  

3.El autor,mi hija Carmen,el cónsul per.

    y amigo. 4. Baile típico del Cuzco

  

5.Con mi hija Carmen y Marcelino, su es-

poso, mexicano. 6.La Marinera, baile tí-

  pico de la Costa peruana, muy ágil

 

 7. El Cónsul General del Perú en S. Paulo, divirtiéndose

8. Otra danza típica de la Sierra peruana, lindo y colorido

    Diversos momentos de la celebración del ANIVERSARIO

   NACIONAL DEL PERÚ, en Curitiba, BRASIL (25-07-2009)

 

 

Éstas son las memorables palabras que el generalísimo JOSÉ DE SAN MARTÍN exclamó en la Plaza de Armas de Lima, Perú, para proclamar la Independencia de mi país:

              "DESDE ESTE MOMENTO, EL PERÚ ES LIBRE E INDEPENDIENTE, POR LA VOLUNTAD

GENERAL DE LOS PUEBLOS Y POR LA JUSTICIA DE SU CAUSA QUE DIOS DEFIENDE. !VIVA LA

PATRIA!... !VIVA LA LIBERTAD!... !VIVA LA INDEPENDENCIA..........."

Los  peruanos nos sentimos eternamente agradecidos a los dos genios de América que lucharon por dar libertad a todos los países de Sur América.  Sus efigies y sus nombres crecen, "como crece la sombra cuando el sol declina": el generalísimo, JOSÉ DE SAN MARTÍN (argentino) y el general SIMÓN BOLÍVAR (venezolano).  He aquí sus figuras inolvidables:

  

San Martin,proclamando la Independen-

cia del Perú y el general Simón Bolívar.

 

 NUESTRO SALUDO EN ESTE DÍA ESPECIAL.  A mi querida patria, con motivo de cumplir hoy 28 de Julio, su 188 aniversario de vida independiente.

Mi abrazo emocionado y patriótico a todos mis familiares, amigos, ex-alumnos y compatriotas, en este día especialo en que nuestros corazones rebosan de hondos recuerdos y de profunda gratitud a nuestros pueblo y a nuestros libertadores, que lucharon y dieron su sangre, por vernos libres.

Que el Perú siga los mismos caminos de libertad y democracia que siempre fueron su norte, y que el futuro le depare la grandeza y los éxitos que él merece y espera.

!SALUD POR EL PERÚ, AMIGOS PERUANOS Y BRASILEÑOS!

                           ______________

 

Escrito por Fabio Soto Caján às 11h16
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